sábado, 17 de julho de 2010

domingo, 11 de julho de 2010

Secção Regional Sul da Ordem dos Médicos Apoia (por unanimidade) Hospital Pediatrico de Lisboa



Mais um passo decisivo na luta em defesa do património do Hospital de D. Estefânia de um Novo Hospital Pediatrico para Lisboa:

Após reunião de esclarecimento com a Plataforma Civica , no passado dia 30 de Junho de 2010 o Conselho Regional Sul da Ordem dos Médicos reuniu-se e aprovou por unanimidade o seu Apoio a Reeinvidicação contra o encerramento e a favor de um novo Hospital Pediatrico para Lisboa!
Ouçam os orgãos de soberânia! Ouçam a população! Ouçam os profissionais ! Ouçam a Secção Regional Sul Ordem dos Médicos!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Afinal a Sra. Ministra também reconhece que os Hospitais Pediatricos devem existir !Jornal Público de 31-07-2010

Declaração da Sra. Ministra ; " Um Hospital Pediátrico ao lado de um Hospital Geral, seria a o ideal"


Palavras de ontem.... Façamos votos para que ainda sejam as de hoje....



Inquirida perante a Comissão de Saúde da Assembleia da Republica , que esta em absoluto desacordo com a destruição do Hospital Pediátrico de Lisboa, a Sra. Ministra da Saúde, Dra. Ana Jorge, reconheceu publicamente que a existência de Hospitais Pediatricos como a melhor solução no atendimento especializado da criança!
Congratula - mo -nos! aguardamos assim a correcção do erro gravíssimo que herdou inadvertidamente do anterior Ministério!
Recusamos ainda o argumento económico e técnico com quer justificar a acção em sentido contrário e em desfavor da saúde da criança quando este não foi considerado para salvar instituições e interesses privados que orçaram em dezenas vezes o preço de um novo Hospital Pediátrico! E surge que o argumento é apenas em favor das parcerias privadas primeiras responsáveis pela actual conjuntura que avançaram cegamente nos seus projectos em desrespeito pela opinião dos profissionais.
Notamos ainda a unanimidade de todos os Partidos na Comissão de Saúde da Assembleia da Republica em favor da luta dos profissionais do Hospital D. Estefânia ( como não poderia deixar de ser, inclusive do P.S., partido à que agradecemos a criação do S.N.S )
As crianças de Lisboa exigem ao menos igualdade de tratamento !
Que se cumpra de imediato a moção aprovada por unanimidade pela Assembleia Municipal de Lisboa que em Sessão Plenária no dia 29-06-2010 , rejeitou em bloco a extinção do Hospital Pediátrico de Lisboa ! ( ver noticia no Blog)




Jornal Público 31-07-2010






Tranquilize-mo-nos!
Pelas declarações de ontem da Sra. Ministra, compreendemos agora que Coimbra mantem e ganha um novo Hospital Pediatrico, para alem da admirável determinação dos seus cidadãos) , pelo facto de a Sra. Ministra, concordar na necessidade e importância dos Hospitais Pediatricos! . Naturalmente aceitamos e louvamos que eventuais compromissos eleitorais devem ser cumpridos.
O "Bom Senso" e os cidadãos de Lisboa chamam apenas atenção que não se justifica a existência de "dois pesos e duas medidas"!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

29 de Junho de 2010 - Vitória Histórica ! Assembleia Municipal de Lisboa vota por unanimidade o seu apoio: Um Novo Hospital Pediatrico para Lisboa!

Jornal Público 31-07-2010













Na sequência de anteriores iniciativas dos outros grupos parlamentares o CDS- PP e CIDADÃOS POR LISBOA propuseram uma moção de apoio a construção de um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa. Esta moção obteve o apoio da totalidade dos grupos parlamentares e deputados independentes com acento na Assembleia Municipal de Lisboa.
Trata-se de uma reenvindicação que não tem haver com ideologias, partidos ou grupos sociais organizados sejam estes religiosos ou de intervenção e cidadânia . Trata-se de uma reevindicação por si só óbvia e só não a entende a ignorância ou o interesse lucrativo cego.
O argumento da existência de "Problemas Técnicos e Económicos " para a sua invibialização dos defensores do actual Hospital Generalista de Chelas , consiste na assumpção da sua incapacidade e ausência de visão e ou submissão a valores imediatos. A eles, recordamos que as sociedades e nações que se baseiam em princípios e se projectam no futuro, as dificuldades técnicas ou económicas com que se deparam , são assumidas, "não como o destino" mas como um desafio a superar.
Assim o procedeu a Nação Portuguesa no Passado, quando em época de grande penúria se solidarizou para construir o Hospital de D. Estefânia, um dos primeiros Hospitais Pediatricos do Mundo Civilizado!
Obrigado Assembleia Municipal de Lisboa ! Sentimo-nos orgulhosos por vos ter como nossos representantes!




domingo, 13 de junho de 2010

Os Jornais de Lisboa " DESTAK " ... (ão ) a luta contra a extinção do Hospital Pediátrico!

Os três maiores Jornais de distribuição gratuita em Lisboa desde o inicio da campanha tem divulgado a luta dos profissionais do Hospital D.Estefânia por um Novo Hospital Pediatrico para Lisboa.
Desta vez coube ao " Jornal DestaK"
Os Lisboetas agradecem !

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Esclarecimento sôbre s Carta enviada ao Sr. Deputado do PEV da A.R. - José Luís Ferreira , pelo Ministério da Saúde sobre o Hospital de Chelas





















RESPOSTA À PERGUNTA Nº 759/Xi/1ª DE 5 DE JANEIRO DE 2010 , DO SENHOR DEPUTADO JOSÉ LUIs FERREIRA DO PEV , ENVIADA AO MINISTRO DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES PELO GABINETE DA SENHORA MINISTRA DA SAÚDE

.
Publicamos a seguir a resposta enviada pelo Ministério da Saúde ao pedido de esclarecimento sobre o destino do Hospital Pediátrico de Lisboa, solicitado pela Assembleia da República por iniciativa do Partido Ecologista “Os Verdes”. Agradecemos mais esta iniciativa. Desejamos manifestar aqui o nosso agradecimento, através daquele partido, a todos os Srs. Deputados e Partidos da Assembleia da República que nos têm apoiado. Não será demais dizer que são a imensa maioria.
Sobre esta carta, cumpre informar que o seu conteúdo está em contradição com o que entendemos ser a realidade , o que procuraremos demonstrar a seguir.
Sublinhamos que a presente resposta adquire importância particular , pois que entreabre portas que nos podem conduzir por meandros obscuros e que urge
clarificar, pois que podem traduzir, objectivamente, o questionamento do Estado de direito em Portugal.



“ A TRANSFERÊNCIA DO H. D. ESTEFÂNIA ( HDE )…..FOI DECIDIDA SOBRE CRITERIOS TECNICOS , SUSTENTADOS POR UM PROFUNDO DEBATE INTERNO , COM A PARTICIPAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO CENTRO HOSPITALAR DE LISBOA CENTRAL , EPE. “

-Indagamos quais “ os critérios técnicos” ??!!! A decisão foi tomada ultima hora pelo então Ministro Dr. Correia de Campos e não constava não constava dos planos iniciais da reorganização de Lisboa Central, ( medida esta idêntica , a outras apressadas como o fecho de urgências sem alternativas e que obrigaram a sua demissão...).
È preciso reafirmar que ostensivamente se ignorou a posição da então Comissão Médica do HDE . ( ver documentação no Blog)
- Ao contrário do que informa o Ministério , os profissionais e os Directores de Serviço do HDE (que não estiveram presentes enquanto tais, não foram chamados a dar qualquer parecer sobre o plano funcional ou projectos arquitectónicos .
-O “profundo debate”, envolvendo os profissionais sobre o Plano Funcional deveu-se apenas ao esforço da Plataforma de Defesa do Hospital Pediátrico, aos seus 9 Boletins " A Estefânia " , ao Forum sobre hospitais pediátricos que organizou, com representação do Porto e Coimbra, além dois "abaixo- assinados" que reuniram cerca de 90.000 assinaturas . Qualquer um destes abaixo assinados recebeu apoio formal do Presidente da Republica e Comissão de Saúde da Assembleia da Republica.
Não será demais afirmar que realizamos uma votação interna em que 94% dos profissionais em contradição com a actual opção votaram a favor da existência de Un Hospital Pediatrico Autonomo!
Não fosse este empenho e tudo se teria se passado na sombra dos gabinetes. .
A única informação divulgada acerca dos Plano Funcionais foi sobre o primeiro deles , da autoria da Multinacional Intersalus, o qual esteve aberto à consulta presencial na antiga sala do Conselho de Administração do HDE, tendo sido apenas divulgado em circular informativa. Este plano, por razões desconhecidas ( processuais???) , foi retirado de circulação . Desconhecemos a existência de algum concurso para a sua escolha e qual a relação daquela empresa com o Ministério da Saúde . Uma pesquisa no Google relaciona a "InterSalus" com um dos grupos financeiros geralmente ligados à saúde. O mais importante não será contudo a sua origem, mas sim o alheamento da sua elaboração relativamente aos profissionais do Hospital de D. Estefânia e entidades ligadas à criança ( ao contrário do que sucedeu no Porto e em Coimbra ).
O segundo Plano Funcional, e actualmente em vigor, foi posteriormente publicado no site do Ministério da Saúde com a menção de “provisório", é praticamente uma cópia do anterior; pensamos no entanto que, devido eventualmente às nossas criticas , este último se apresenta mais cuidado no que diz respeito ao que se entende por individualização dos circuitos e espaços pediátricos, os quais são insistentemente referidos. Esta preocupação meritória afigura-se-nos contudo apenas formal, pois que, para os seus promotores, o "ambiente pediátrico" se resume a “boxes polivalentes, com divisórias amovíveis e algumas sanitas infantis..." Publicamos no Blog uma critica ao de resposnabilidade da InterSalus que se aplica perfeitamente ao “2º”.
Por outro lado, verificamos que este “2º” Plano Funcional não esteve igualmente aberto à expressão da opinião dos profissionais.
È o único documento e qualquer afirmação sobre o futuro Hospital que não parta das suas premissas é desprovida de fundamentação objectiva.
O Plano Funcional do futuro, Antes Hospital de Chelas, publicado no site do Ministério da Saúde, apesar de melhorado relativamente ao anterior, está desde logo condicionado por uma perspectiva redutora puramente gestionária, de rentabilização de espaços, equipamentos e profissionais, reflectindo uma óptica puramente mercantil da saúde. Enferma de espírito estreitamente empresarial - desligado de qualquer sensibilidade social e de qualquer visão estratégica relativa a uma carta nacional de cuidados de saúde em pediatria – a que se apõe demagogicamente o rótulo da “modernidade”. Sim, será talvez o que de mais moderno existe, mas provavelmente na cartilha da rentabilidade máxima segundo a filosofia dos hospitais privados...
Afirma-se assim explicitamente, no Plano Funcional vigente, que, com vista a uma máxima rentabilização, grande parte dos equipamentos, profissionais e especialidades serão partilhados entre adultos e crianças. O que igualmente se aplica aos gabinetes e equipamentos de todos os Serviços Transversais ( radiologia, otorrinolaringologia, odontologia, blocos cirúrgicos, etc.)
A economia de recursos publicos e na saúde faz parte dos objectivos aceites por qualquer grupo profissional como um critério do boa gestão, mas desde que aquela não subverta critérios universalmente aceites, segundo os quais a existência de hospitais pediátricos terciários nos grandes centros urbanos se deve pautar por padrões de excelência no âmbito dos cuidados de saúde infantil.
O Hospital de Chelas, caso se venha a concretizar de acordo com o actual programa, será eventualmente um projecto tecnologicamente avançado e moderno. Poderá segundo uma optica tecnocrática ser formalmente atractivo e dotado de facilidades de ensino e investigação modernas . Constituirá uma provável réplica adaptada de outros hospitais construídos por uma multinacional experimentada e ligada ao sector financeiro da saúde ... Mas... fundamentalmente, será a triste memória e símbolo de um retrocesso civilizacional de 100 anos na assistência especializada da criança, particularmente na cidade de Lisboa.

Em conclusão : Não existiu um debate interno . Existe obvia contradição óbvia entre o que consta do Plano Funcional conhecido e o que é afirmado nesta carta de resposta à A.R. pelo Ministério, na qual se propugna a existência de áreas e equipamentos dedicados a pediatria e a todas as sub -especilidades pediátricas, tal como reivindicamos).
Oxalá assim fosse...; mas , desculpem-nos, não temos razões para acreditar em palavras.... Publiquem os vossos planos; não é um favor que nos fazem, é antes um direito que nos assiste como profissionais preocupados com a qualidade do futuro da assistência dos nossos pequenos doentes.



O CONCURSO PÚBLICO INTERNACIONAL PARA CONSTRUÇÃO DO NOVO HOSPITAL DE LISBOA ORIENTAL ENCONTRA-SE A DECORRER , ESTANDO PARA BREVE O ÍNICIO DA FASE DE NEGOCIAÇÃO COM OS DOIS CONCORRENTES SELECCIONADOS, ESTIANDO-SE A ENTRADA DE FUNCIONAMENTO DA NOVA UNIDADE PARA O ANO DE 2013.

Desde o início da nossa luta que enfrentamos opositores sem palavra escrita ou publicada. Por entre a espuma superficial do seu discurso flexível e de circunstância, pretensamente alheio à realidade e aos factos palpáveis, o que surge objectivamente é o propósito de desmantelamento implacável do Hospital Pediátrico de Lisboa; na realidade, teatralizam e procuram convencer a plateia frequentemente desprevenida de que nada se passa ou passará de preocupante.
Afirmam, como sendo seus, o desejo e as certezas subjectivas de que por certo os projectos arquitectónicos em estudo serão os melhores. Mas estes, na realidade e com sua conivência, permanecem como objectos desconhecidos dos profissionais e do público. Foram simplesmente elaborados no circuito fechado das parcerias que irão lucrar com a sua execução.
Exceptuam-se obviamente os profissionais que fazem parte da equipa hospitalar. Nestes, incluem-se alguns dos 4% que votaram contra num conjunto de 96 % do profissionais de D. Estefânia que voltaram a favor de um hospital pediátrico autónomo. Como o Ministério afirma , os profissionais do D. Estefânia estão divididos. Sim, é verdade ....; mas o que se não diz é que o numerador desta fracção que os apoia é o ínfimo centesimal.
Soubemos que um dos três projectos , o único que contemplaria uma torre pediátrica independente e autónoma, foi excluído pelo representante da parceria privada no Ministério sem se entender qual a razão. Correu um processo de impugnação judicial, pela empresa preterida, e nada se sabe . Foi determinado pelo Ministério que apesar da impugnação tudo seguiria da mesma forma. Estranho (se é verdade , e é o que parece); o acusado responsável seria o juíz em causa própria e nada se poderia fazer em contrário ...Quem são e de onde provirá a força destes Senhores, é uma questão que não poderá permanecer sem resposta.
Sabe-se agora que, só depois de seleccionados os dois projectos que vão a concurso final , o responsável da parceria privada se demitiu. Caberá agora aos responsáveis pela Gestão do CHLC aprovar o que já deixaram escolhido.
Dizem que tratou-se de um “concurso público e internacional” . Desconhecemos em absoluto se os aspectos processuais que regem os concursos públicos e internacionais foram cumpridos.
Podemos afirmar contudo que se foram públicos foram pouco publicitados nos Jornais Diários. Se estivermos em erro agradecemos provas esclarecedoras , que publicaremos….
Quanto aos projectos arquitectónicos seleccionados para concurso final , foram eles escolhidos por arquitectos gestores igualmente responsáveis pelo plano funcional. Há que esclarecer que os principais responsáveis foram nomeados em representação das "Parcerias Privadas"; fazendo juz ao seu estatuto , tinham no passado servido em um dos grupos privados de saúde no Hospital Fernando da Fonseca (o mesmo grupo com relações com a Intersalus)
Sem embargo da sua pertinência, não nos cabe no entanto aquilatar sobre incompatibilidades e sobre a vinculação actual daqueles gestores com outros grupos financeiros (HPP) Para Lisboa apenas existe um Plano Funcional escrito, sendo que este apenas contempla a especificidade pediátrica nos limites estritos da concepção espartilhada de um hospital generalista , como aliás claramente se assume.
Não existem assim fundamentos documentais e o que se afirma na carta, poderá tratar-se apenas de um mero exercício de retórica.
Importa referir que o secretismo, a exclusão e a ausência de consulta e participação dos profissionais não se verificou em Coimbra e no Porto.
Lá os profissionais e utentes foram chamados a participar..... Daí que os resultados estejam à vista ; ao contrário de Lisboa, aquelas duas cidades mantêm e terão novos Hospitais Pediátricos.

Acreditamos que Lisboa ainda estará a tempo de o conseguir!



“Sabendo-se que este Hospital foi criado de Raiz para receber crianças, segundo um desejo da Rainha Dona Estefânia , esta a trabalhar numa solução que permita manter as actuais infra- estruturas ligadas a criança”


O Hospital de D. Estefânia foi e é uma ideia; e é o espaço físico e territorial imóvel, onde esta se concretizou. Trata-se de duas vertentes interligadas mas que não se confundem obrigatoriamente. Uma é a ideia de Hospital Pediatrico ;a outra a sua materialização num espaço fisico imobiliario ( no caso os actuais 10 Hectares doados por D. Pedro IV, para a sua construção em 1864). O que estamos a perder não é um espaço de terreno, mas uma Ideia concretizada e um símbolo de civilização, como reconhecimento da especificidade e dos direitos da criança em todas as suas dimensões.
Alguns profissionais deixam-se intimidar pelos ataques dos nossos opositores, que afirmam que defender o Hospital de D. Estefânia é anacrónico e ridículo, assimilando-o a um pueril arcaísmo reaccionário. O nome de Dona Estefânia representa de facto a ideia de Hospital Pediátrico autónomo, que não se projecta obrigatoriamente no seu espaço imóvel actual e poderá inclusivamente localizar-se noutro espaço ou noutro terreno; nesta conformidade o defendemos em Chelas , num campus hospitalar mas com identidade própria. Os países mais ricos e com maiores recursos têm alguns dos seus hospitais pediátricos completamente individualizados, pois que neles conseguem concentrar todas as especialidades e técnicas necessárias ao seu funcionamento. Portugal, com menos meios, recorrerá naturalmente a circuitos de complementaridade com os hospitais de adultos .
Ao aceitarmos e defendermos esta mudança, não nos sentimos em contradição ao considerar que o edifício e o terreno do actual hospital pediátrico devem continuar a fazer parte do património da história da cidade de Lisboa , albergando, como pertença da criança, serviços de rectaguarda , doentes crónicos, recuperação, etc. Assim procedem os povos cultos que não desprezam a sua história e mantêm os seus edifícios como referências históricas, pois têm a consciência de que estas constituem o cimento da unidade afectiva e cultural dos diversos sectores da população na sua diversidade. Assim, aqui e sem tibiezas, consideramos, se não cínica , por certo ignorante a imputação de saudosismo, habilmente manipulada para nos ridicularizar. Estas acusações, penso , virão daqueles que, conhecedores de que parte da nossa elite será provinciana e influenciável , se aproveitam da sua ingenuidade, e seguem propagandeando a "modernidade" do seu projecto; .....mas com o canto do olho interesseiro e enviesado para o apetecível espaço imobiliário pertença das crianças de Lisboa; pretendem ignorar que o que está em causa é a destruição do Hospital Pediátrico, destruição com qual pactuam, mas.... dando-se ares do contrário.
Amigos, a submissão de um Estado e de uma nação a interesses estranhos passa pela descaracterização e destruição da sua memória e dos seus afectos ! O Hospital de D.Estefânia é uma memória e um afecto que só nos honra ! Não nos subjuguemos a esta propaganda, defendamo-lo !
Oxalá seja verdade que, de acordo com o declarado na já referida carta pelo Ministério da Saúde, o espaço do actual HDE continue vinculado à criança.
Congratular-nos-emos com o Ministério da Saúde se assim for , mas aguardamos que tal esteja exarado em escrito .....para então crermos de facto.
O nosso objectivo, contudo, não é apenas o de preservar o Património do Hospital de D. Estefânia; é, sim, fundamentalmente, o de projectar e materializar esta ideia plena de modernidade que floresce no mundo civilizado, na construção de um novo Hospital Pediátrico para Lisboa.
Ajudem-nos a decidir este jogo em favor das crianças !






AMPLIAR PARA LER OS TEXTOS:

O Unico Plano Funcional publicado mas nunca discutido pelos profissionais do HDE. Proximamente publicaremos algumas das suas paginas mais elucidativas em corrobação do que acima afirmamos .
Mas ....caso exista outro plano que o publiquem.
" Para os Gestores e Arquitectos do Plano Funcional o "Ambiente Pediatrico" resume-se a boxes polivalentes separados por divisórias moviveis com sanitas infantis. Confirmem , ampliem e leiam os textos digitalizados ....
















Assinam: Manu e "Este o Faria" ( membros e jornalistas da "Arquinha")
Subscreve pela redacção : Pedro Paulo Mendes

Nota 1- A pequisa na Net Liga a InterSalus ao Grupo Mello Saúde: Portuguese hospital PPP shows signs of stalling - [ Traduzir esta página ]
Escala Loures consortium - led by José de Mello-Saúde ... WS Atkins, Intersalus and noLimits Consulting are providing technical advice to the authority, ...
www.ijonline.com/genv2/Secured/DisplayArticle.aspx?articleid=52326.







Nota 2 :
No texto escrito por "Manu", fica-se em duvida sobre o que são Parcerias Privadas e o que é Ministério da Saúde. Esta duvida é licita. Em Portugal as duas entidades parecem confundir parcialmente nos ultimos cinco governos.
Esta contaminação será a causa destas decisões dubias e substituem a salutar simbiose , mutuamente benefica entre o estado e os parceiros economicos, por uma relação que não se compadece do "hospedeiro" , no caso das crianças e Lisboa de disporem direito de um H. Terciario Pediatrico como referem os padrões de excelência internacionais.
Somos a favor de Parecerias Privadas dentro de regras que se beneficie ambas as partes, em que não se interfira com saúde das crianças de Portugal como é o caso.
Para um melhor esclarecimento sobre a problematica da parcerias privadas em Portugal , aconselhamos ler o corajoso artigo de opiniao da então Deputada Helena Roseta na Revista Visão de 31 /10/2002. Aquele pequeno texto reporta-se aos acontecimentos graves que se passaram H. Fernando da Fonseca- Amadora Sintra quando da sua Gestão privada do Grupo Mello , (onde exercia profissionalmente o arquitecto- gestor responsável agora pelo actual plano funcional do Hospital de Chelas) . Os factos referem-se à diferendo nas contas de 75.000.000 de Euros e tal não esta resolvido como recentemente afirmou publicamente o Secretario de Sáude, Dr. Pizarro .
Julgamos que o Dr. Marinho Pinto encontraria neste processo sobejo material didactico.
È um artigo fundamental . È inquietante e ultrapassa o melhor do publicado em ficção sobre organizações mafiosas. Revelará uma insuspeita realidade de chantagem acobertada pela " justiça" que se concretizou com a imputação a funcionários honestos e diligentes no Ministerio da Saúde . O referimos apenas pelas possiveis coincidências pois vários actores cruzam-se entre o passado e os acontecimentos agora dissertados. Estranhamos que a voz corajosa de Helena Roseta não tenha tido ecos.... Estranhamos ainda que afirmem que só voltaram atrás no casos de uma decisão politica, quando não se dispõem a ouvir aqueles com quem os nomeou no passado para a acção governativa!
No Jornal de Negocios, surgiram vários artigos sobre a temática das relações das Parcerias Privadas com o Estado . Entre êles numa entrevista , de um alto responsável pelo Tribunal de Contas que assume a impreparação do Estado para lidar e controlar os contratos pois as suas gestões foram treinadas nos meios financeiros e o resultado esta a vista.
Nem o Banco de Portugal o conseguiu!
Ajudem-nos a decidir este jogo em favor das crianças !

domingo, 30 de maio de 2010

NO DIA 1 JUNHO , DIA DA CRIANÇA, APOIA A NOSSA LUTA EM FAVOR DE UM NOVO HOSPITAL PEDIATRICO PARA LISBOA E DO PATRIMÓNIO DO HOSPITAL D. ESTEFÂNIA!

A PLATAFORMA DE DEFESA DO HOSPITAL PEDIATRICO DE LISBOA NO DIA MUNDIAL DA CRIANÇA DESENVOLVE UMA ACÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO.

AJUDA-NOS! AO RECEBERES ESTE MAIL DIVULGA-O !







" APELO: Por favor, envie este e-mail aos seus contactos e clique aqui
para dirigir uma mensagem aos responsáveis políticos de Portugal. Depois só terá de clicar em "enviar".

Não custa nada e as crianças agradecem o seu empenho nesta causa!!!


Caros Amigos, cidadãos e cidadãs,

As crianças de Lisboa e do Sul do País não podem ficar sem um Hospital Pediátrico autónomo e tecnologicamente evoluído.

O Ministério da Saúde pretende que as crianças que hoje acorrem ao Hospital de Dona Estefânia passem a ser tratadas num "Hospital Geral de Adultos".

Isto representa um retrocesso técnico, ético e civilizacional sem paralelo no Mundo.

Os Responsáveis do País e de Lisboa devem evitar este erro, exigindo a construção de um novo Hospital para as Crianças de Lisboa e Sul do País,
perto do futuro hospital geral de adultos (Hospital de Todos os Santos-Marvila/Chelas), mas totalmente pediátrico, autónomo e servido por profissionais
inteiramente dedicados à criança doente, ao contrário do que pretende o Ministério.

Alertamos também para que não se sacrifique o actual espaço do Hospital Dona Estefânia aos interesses imobiliários mas que este se mantenha dedicado à criança
e às instituições que a apoiam, conforme o desejo da Rainha fundadora que há 150 anos o doou à Cidade.

Alguns políticos terminarão os mandatos, mas os seus erros continuarão a penalizar as crianças doentes de hoje e das futuras gerações.

Nós, cidadãos, pais, avós, familiares, âmago da sociedade civil, não desistiremos desta causa:
"A defesa intransigente dos superiores interesses da criança"


A Plataforma Cívica em Defesa de um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa "

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Boletim nº 9 - Informação sobre as posições dos Partidos e Forças Politicas na A. da Republica e Municipal

Quem são as forças minoritarias que se opõe a opinião publica? Por quem serão apoiadas? Os interesses dos grupos economicos estarão acima dos da Saúde das nossas crianças ?





Posição dos Partidos e Forças Politicas.


Movimento / Partido Político Assembleia da
República (AR) Assembleia Municipal de Lisboa (AML)
CDS - PP Apoio Apoio
PSD Apoio Apoio
PPM nr Apoio
PS Pediu reunião à MS* Pediu reunião à MS*
PCP Apoio Apoio
PEV Apoio Apoio
BE Apoio Apoio
Cidadãos por Lisboa nr Apoio
Partido da Terra nr Apoio




Quadro: Forças políticas e seu apoio à construção de um Novo Hospital Pediátrico em Lisboa (Ver texto)


nr: força política não representada na AR;
MS:Ministra da Saúde; * Sem resultados conhecidos

A prestação de cuidados diferenciados às crianças doentes, especialmente aos casos mais graves, é uma prioridade dos sistemas de saúde do mundo desenvolvido e tem o seu expoente máximo nos Hospitais Pediátricos em que instalações, equipamentos e profissionais estão totalmente dedicados à criança e aos seus problemas, peculiaridades e doenças específicas. Com raras excepções, só países do 3º Mundo não têm hospitais pediátricos e, em cada ano, projectam-se, remodelam-se ou inauguram-se novos hospitais pediátricos por todo o globo. Tal acontece também entre nós com os exemplos da próxima abertura do novo Hospital Pediátrico de Coimbra e a concretização, a breve prazo, de novas instituições no Porto também dedicadas à criança. Em Portugal, o Ministério da Saúde (MS) insiste em extinguir o Hospital de Dona Estefânia, um dos mais antigos da Europa e o único hospital pediátrico especializado de Lisboa e zona sul do País. Pretende passar as crianças para as enfermarias do futuro hospital de Todos os Santos (Junto à Zona J de Chelas), onde estas serão frequentemente misturadas com os adultos doentes, nomeadamente em áreas de exames complementares, blocos cirúrgicos, circuitos de tratamento, etc..
É um caso único em nações consideradas civilizadas, o encerramento do Hospital Pediátrico da Capital passando as crianças a ser assistidas num hospital geral.
Lisboa e a zona sul (mas também as Regiões Autónomas, e os PALOPs) precisam de um novo Hospital Pediátrico e não de uma enfermaria ou ala de um hospital geral onde as crianças durmam para depois serem frequentemente tratadas em áreas e por técnicos treinados na medicina de adultos.
Por outro lado, é importante que o espaço e instalações do actual Hospital de Dona Estefânia continuem ligados à criança e à sua condição e não sucumbam aos interesses imobiliários nesta zona do centro de Lisboa.
É com estas motivações que existe a “Plataforma Cívica em Defesa do Património do Hospital de Dona Estefânia e de um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa” e se têm manifestado instituições, partidos políticos, organizações da sociedade civil, figuras públicas respeitadas, 96% dos profissionais do Hospital e dezenas de milhares de cidadãos anónimos.
Numa Democracia saudável, os votos legitimam os nossos representantes e a nomeação dos governantes, mas a manifestação da sensibilidade, vontade e bom senso da sociedade civil e das suas organizações joga um papel de fundamental importância nas decisões, nomeadamente nas que têm profundas e duradouras consequências na vida colectiva. A extinção ou a manutenção de um Hospital Pediátrico na Capital do País é uma decisão paradigmática do interesse colectivo. Ela vai ter consequências em todo o Século XXI, afectando as crianças actuais, as de várias gerações vindouras e a formação de milhares de novos profissionais a especializar nesta área de cuidados.
Sendo uma decisão política, para além dos contactos com múltiplas organizações, personalidades e instituições de referência, nos últimos meses voltámos a reunir com todos os partidos e movimentos representados na Assembleia da Republica e na Câmara Municipal de Lisboa. O quadro inicial (Pág.1) reflecte as posições de apoio a esta causa e a concordância com um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa, autónomo (embora construído próximo) do futuro hospital de geral de adultos-Chelas.
Perante a repetida e esmagadora opinião de apoio expressa pela maioria das forças políticas representadas da AR e AML, também já manifesta na anterior legislatura, assim como perante a posição da Comissão Parlamentar de Saúde, como entende o Ministério da Saúde (MS) o funcionamento da Democracia e os interesses da criança neste caso específico
O MS simplesmente não responde aos nossos repetidos pedidos de audiência, não cumpre as promessas de nos ouvir sobre este estranho processo, ignora a posição dos profissionais do Hospital e as quase 100.000 assinaturas das petições dirigidas aos órgãos do poder, não responde aos pedidos oficiais de partidos da AR para envio de documentos e programa do futuro hospital geral de Chelas, ignora a posição da Comissão Parlamentar de Saúde, não dá qualquer justificação ou resposta através dos Deputados do Partido Socialista que tentam promover os contactos com o MS sobre o hospital das crianças de Lisboa, não reconhece a sua posição minoritária nesta decisão. Em vez de reflectir sobre tudo isto, o MS contínua a promover e acelerar a actividade dos gestores que neste momento estão em fase de negociação das contrapartidas com as duas parcerias público-privadas seleccionadas para a construção do novo hospital de Chelas, sabendo-se que o modelo pré-aprovado não contempla a construção de um Hospital Pediátrico autónomo como seria lógico, razoável e desejável.
Que conceito de Democracia e de interesse público está subjacente a este comportamento do Ministério da Saúde? Que mais têm de fazer as famílias das crianças, os profissionais, a sociedade cívil e todas as forças políticas (incluindo várias sectores e personalidades do PS) para que o superior interesse das crianças se sobreponha a lógicas e interesses que ninguém entende, a modelos ultrapassados no tempo e ao mais profundo desprezo pelos cidadãos deste país e pelos seus anseios e opiniões fundamentadas?
Com meios escassos, continuaremos a divulgar a causa das crianças, a esclarecer, a sensibilizar os decisores e a tentar manter a questão na opinião pública. Esperemos que, um dia, o Ministério da Saúde aceite que ninguém é infalível e altere radicalmente a sua posição actual.
A defesa da causa das crianças de Lisboa na Internet
A Internet tem sido um dos veículos privilegiados de divulgação das opiniões em defesa de um novo Hospital Pediátrico em Lisboa que substitua o encerramento do Hospital de Dona Estefânia nos próximos 3 a 4 anos. Esse veiculo tem tentado contornar a insuficiente divulgação da nossa causa pelos média tradicionais, nomeadamente através de listas de discussão no facebook e de vários Blogs que nos apoiam. De entre eles, destacamos um que nos tem acompanhado desde sempre e vai registando a evolução do movimento:
www.campanhapelohde.blogspot.com


Divulgue esta causa e a campanha de cidadania na Net !

Envie a sua opinião para: estefania.boletim@gmail.com

domingo, 20 de dezembro de 2009

2009 chega ao fim ! Em 2010 : A OPINIÃO PUBLICA EXIGE O FIM DA DESTRUIÇÃO DO HOSPITAL PEDIATRICO DE LISBOA !




"A LÓGICA" DA DESTRUIÇÃO DO HOSPITAL PEDIATRICO......




HOSPITAL PEDIATRICO "ESMAGADO" PELO HOSPITAL DE ADULTOS!

sábado, 19 de dezembro de 2009

CAVACO SILVA : Importância decisiva aos incentivos a natalidade ...Sim....mas e o apoio prometido ao Hospital Pediatrico de Lisboa ???




Inicio de citação :

"Cavaco Silva sublinha "importância decisiva" de incentivos à natalidade e adverte que país "sem crianças é país sem futuro"
19 de Dezembro de 2009, 13:41
Lisboa, 19 Dez (Lusa)- O Presidente da República manifestou hoje "grande preocupação pelo inverno demográfico" que Portugal atravessa, sublinhando que "um país sem crianças é um país sem futuro" e alertando para a "importância decisiva" dos apoios à natalidade e à protecção dos mais jovens.

"Se não existem crianças avançamos rapidamente para um envelhecimento da população e todos sabemos que a consequência de um rápido envelhecimento da população é o baixo crescimento económico e uma grande dificuldade em satisfazer os apoios sociais aos mais idosos", afirmou Cavaco Silva.

O chefe de Estado, que falava durante uma visita à Associação de Pais e Amigos das Crianças do Hospital São Francisco Xavier, "Os Francisquinhos", vincou que a questão da baixa taxa de natalidade "é tão importante" que a referiu na mensagem de Ano Novo em 2008."

Fim de citação
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Sim....acreditamos que o Sr. Presidente se preocupe com a natalidade... mas agradecemos que tal se manifeste em actos práticos.
Solicitamos que nos apoie não apenas formalmente mas o demonstre sendo a voz dos 85.000 portugueses que acreditando na influência dos orgãos de soberania , endereçaram-lhes duas petições em defesa de um novo do Hospital Pediatrico para Lisboa e defesa do Património do actual Hospital de D. Estefânia.... mas sem ainda quaisquer resultados práticos.....Sim há que saber optar....Ainda não perdemos a esperança.....compreendemos que não disponha de poder executivo...mas confortaria-nos ouvir publicamente a sua voz!...Assina
Pedro Paulo Mendes







terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Na 4ª Feira 9/12/2009 a Plataforma será recebida pela 3ª vez na Assembleia da Republica. Divulga !


Subject: Defesa Hospital Pediátrico de Lisboa na AR


Caros amigos

sensiveis à causa das crianças de Lisboa e contrários a destruição do seu Hospital Pediátrico que o Estado quer levar a cabo contrariando tudo que que se faz nos países civilizados e retrocedendo décadas nos Direitos elementares das crianças doentes.

A Ptataforma Cívica em Defesa do Património do Hospital de Dona Estefânia e de um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa (Próximo do futuro Hospital geral de Todos os Santos-Chelas), representando mais de 96% dos profissionais do Hospital, continua na sua acção de sensibilização dos decisores politicos para a dimensão do erro que se pretende cometer e se manteria, no minimo, por cerca de 1 século.

Assim, seremos recebidos na Assembleia da Républica no dia 9 de Dezembro:
- 11.00: Grupo Parlamentar do PCP
- 16.00: Grupo Parlamentar do PS
- 18.00: Grupo Parlamentar do BE

Já na ultima semana fomos recebidos na Assembleia Municipal de Lisboa pelo Partido Ecologista Os Verdes e recebemos o apoio inequívoco do Movimento Partido da Terra

Falem com os vossos amigos. Divulguem a vossa sensibilidade através da NET.
Alertem a consciência dos profissionais de imprensa que melhor escrutinem a actividade do estado nestas matérias.
Não deixem esquecer esta causa das crianças de Lisboa.

A Plataforma Cívica

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Agenda de Trabalhos da Plataforma pela Defesa do Hospital Pediatrico.Participa!






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- De imediato a Comissão enviou a carta em anexo aos Partidos com Representação Parlamentar na Assembleia da Republica e Municipal de Lisboa, Ordem dos Médicos e Ministra da Saúde , informando dos Resultados do Inquerito aos Profissionais de D. Estefânia e solicitando uma entrevista com urgência com vista a revisão dos planos não fundamentados , tomados unicamente com o conhecimento das parcerias privadas e contrários a opinião dos profissionais qualificados do Hospital.

-Em inicio de Janeiro serão realizadas reuniões alargadas com os Profissionais , que desde sempre nos tem apoiado ( mas aberto a todos os outros que queiram participar ) .
Nestas reuniões auscultaremos opiniões e estabeleceremos novas formas da acção, que serão oportunamente divulgadas.

- Desde já estamos a reunir com grupos da Sociedade Civil interessados na Saúde infantil e Defesa do Património do Hospital de D. Estefânia, auscultando sua opinião e definição de acções conjuntas a desenvolver.


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sexta-feira, 20 de novembro de 2009