HOJE CHEGAMOS AOS 72000 APOIANTES À CAMPANHA EM DEFESA DO HOSPITAL D. ESTEFÂNIA
NA PRÓXIMA SEMANA SERÁ PUBLICADA NA REVISTA VISÃO UMA REPORTAGEM COM AS DIVERSAS OPINIÕES E SUAS RAZÕES.
ESTARÁ NAS BANCAS NA PRÓXIMA 5ªFEIRA.
UM DOS OBJECTIVOS PRINCIPAIS DESTA CAMPANHA JÁ FOI ALCANÇADO ! TRAZER A DISCUSSÃO PUBLICA A POLITICA DE SAÚDE NO QUE DIZ RESPEITO A SAÚDE MATERNO INFANTIL E IMPEDIR A ALIENAÇÃO DO HOSPITAL D. ESTEFÂNIA ! NÃO NOS SENTIMOS DETENTORES DA RAZÃO, MAS APENAS DO DIREITO AO SEU CONHECIMENTO , INTERPRETAÇÃO E PARTICIPAÇÃO.
DIVULGUE ESTA CAMPANHA! ESTARÁ A DIVULGAR UM DIREITO DAS CRIANÇAS DE PORTUGAL E DO SEU FUTURO!
Já Divulgaram nossa campanha :
O JORNAL "O PÚBLICO" , O JORNAL "O METRO", A "TVI", O "CANAL 2" e NA PRÓXIMA SEMANA NA REVISTA VISÃO!
AGRADECEMOS ESTA DIVULGAÇÃO!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Respostas às perguntas e comentários enviados:
Caros amigos, simpatizantes e apoiadores da Campanha pelo HDE:
Temos recebido uma quantidade verdadeiramente assombrosa de e-mails e comentários.
Como profissionais da Saúde que somos, vivemos uma realidade profissional na qual, infelizmente, resta-nos pouquíssimo tempo para dedicar à Campanha.
Decidimos, nesse momento, priorizar a organização da Pró Associação, que é nossa garantia de continuidade dessa luta.
Por esse motivo, pedimos desculpas a todos aqueles que não estão recebendo sua merecida resposta às mensagens e comentários que nos enviam.
Contamos, contudo, com sua compreensão e continuidade de apoio!
Temos recebido uma quantidade verdadeiramente assombrosa de e-mails e comentários.
Como profissionais da Saúde que somos, vivemos uma realidade profissional na qual, infelizmente, resta-nos pouquíssimo tempo para dedicar à Campanha.
Decidimos, nesse momento, priorizar a organização da Pró Associação, que é nossa garantia de continuidade dessa luta.
Por esse motivo, pedimos desculpas a todos aqueles que não estão recebendo sua merecida resposta às mensagens e comentários que nos enviam.
Contamos, contudo, com sua compreensão e continuidade de apoio!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Novo Plano Funcional Do Futuro Hospital De Todos os Santos
Vive-se no hospital (não só entre os médicos, mas generalizadamente entre todos os profissionais) um ambiente de grande preocupação e desalento face à actual desarticulação dos serviços, e à destruição do Hospital Pediátrico, que o modelo do futuro Hospital de Todos os Santos quer nos impor.
Como há muito tempo as pessoas falam nos corredores e nos serviços (geralmente em surdina, até porque muitos estão em contratos precários), da necessidade de nos organizarmos, um grupo de profissionais decidiu impulsionar uma Pró-Associação . Essa procurará dar voz às preocupações, são não só dos profissionais, como também as de milhares de famílias que se interrogam sobre o futuro do hospital das crianças de Lisboa, e sobre qual seria a qualidade da assistência a ser dada a essas crianças, na hipótese do desaparecimento do H.D.Estefânia.
O documento oficial que permite aclarar essas dúvidas é o "PLANO FUNCIONAL DO HOSPITAL DE TODOS OS SANTOS" (no seu anexo 4).
O documento é de "livre" acesso ao funcionários do hospital, desde que dele se tenha prévio conhecimento e, nesse caso, é necessário fazer solicitação formal de sua consulta ao Conselho de Administração do D. Estefânia.
Trata-se pois de um documento "público", mas que na prática torna-se restrito pela dinâmica de acesso imposta. Obriga-se ainda, à identificação dos que a ele quiserem chegar...
As dúvidas existentes sobre esse documento, suscitam ansiedades que só se resolveriam caso este fosse divulgado através da página do hospital, ou publicamente pela internet.
Sua divulgação deveria ser imediata, pois todos os portugueses tem direito a saber o que se planeia para a saúde de seus filhos!
Vários colegas que analisaram o referido Plano, enviam-nos suas opiniões. Algumas destas contradizem a visão de progresso publicitada nas vantagens atribuídas ao novo hospital, no que diz respeito à assistência pediátrica. Julgamos que a ampla e livre divulgação do novo plano certamente propiciará condições de reflexão e debate que desvanecerão todas as dúvidas sobre o que é publicidade e o que é fato com sérias consequências na saúde materno-infantil e acreditaremos ou não na informação oficial.
A seguir compilamos e estruturamos uma colectânea das várias perspectivas que nos enviaram, as quais muito agradecemos e que solicitamos que nos continuem a enviar pois este é um espaço que se quer de esclarecimento e debate.
"Preocupa-nos que:
-A assistência à criança passe a ser feita, regressando ao passado, por profissionais sem formação especifica no atendimento e tratamento de bebes e crianças.
- Este documento retrate um Hospital Geral de Adultos, tendo sido colocados como anexos, ou em parágrafos acrescentados, apenas algumas referências à assistência à criança ( em espaços que sobram nas unidades de adultos)
- As reflexões e indicações previamente enviadas aos decisores, por parte do corpo técnico do Hospital, na sua maioria voltadas à criança, tenham sido ignoradas e substituídas por conceitos gestionários, que não contemplam a condição da criança doente nem de suas famílias.
- As áreas fundamentais de tratamento da criança estejam programadas para ser integradas em enfermarias de adultos, nomeadamente com doenças psiquiátricas. Mais estranho é quando, actualmente, hospitais com bons serviços de psiquiatria de adultos, enviam as suas crianças e adolescentes para internamento psiquiátrico em espaço próprio no Hospital de Dona Estefânia.
- Se queira destruir um hospital pediátrico de 200 camas, e reduzi-lo a um piso, ou andar num edifício basicamente preparado para doentes adultos.
- O modelo de assistência pediátrica do hospital pediátrico especializado e de apoio perinatal de Dona Estefânia, desenvolvido ao longo de mais de 130 anos, vá se assemelhar ao modelo de um andar destinado à pediatria, tal qual o que existe nos hospitais gerais das zonas mais afastadas como o da Amadora, Almada ou Vila Franca.
- Em outros países os grandes hospitais universitários que foram construídos nesse modelo dos anos 70 (o mesmo que agora querem nos impor em Portugal) estejam já reconsiderando a evidente vantagem de sua separação física em edifícios diferentes para as áreas de assistência à criança, ao adolescente e à mulher grávida."
Sobre o Internamento:
"Preocupa-nos que:
- Toda a pediatria médica e cirúrgica que no actual HDE tem cerca de 144 camas, passe a ser espremida em 44 camas "multi-especialidades", colocadas em quartos duplos.
- Recobros pós-cirúrgicos sejam feitos em conjunto com adultos, separados apenas por divisórias removíveis, acrescentadas ao plano de arquitectura base do novo hospital geral."
Sobre a Consulta externa:
"Preocupa-nos que:
- Estejam previstos apenas 10 gabinetes de pediatria, menos de 1/3 dos actuais.
- Não estejam previstos quaisquer gabinetes de consulta para as mais de 15 especialidades dedicadas à criança, que já hoje existem no Hospital D.Estefânia.
- Não esteja prevista a autonomia e especificação pediátrica de unidades diferenciadas no tratamento da criança como endocrinologia, nefrologia, desenvolvimento da criança, pneumologia, hematologia, ortopedia, neurocirurgia, urologia, oftalmologia, cirurgia plástica, estomatologia, entre outras. Ficando estas unidades como meros apêndices das unidades de adultos, subordinadas às técnicas e chefia de técnicos de adultos do futuro hospital de Todos os Santos. Retroceder-se-á com isso por décadas na qualidade do atendimento hospitalar da saúde infantil.
- As salas de técnicas diagnosticas sejam mistas com crianças e adultos, alguns muitos idosos e com situações susceptíveis de impressionar as crianças.
- Não existam instalações dedicadas às doenças infecciosas das criança, desconhecendo-se se irão partilhar com adultos as salas de isolamento, uma vez que apenas 4 camas estarão dedicadas para as crianças.
- As especialidades chamadas verticais, como a alergologia, genética, fisiatria, ORL, audiologia, etc, (que no actual hospital pediátrico de Dona Estefânia tem a sua actividade mais de 90% dedicada à criança), não tenham programados espaços para a criança, e regridam à mesma condição dos anos 50 do século passado, com a observação das crianças em espaços partilhados com adultos, numa lógica de "rentabilização" comercial de espaços e equipamentos.
- Nos casos em que o documento em análise ressalva a condição da criança no novo hospital, praticamente só seja feita referência à existência de sanitários para crianças e algumas separações dos adultos através de instalação de tabiques ou divisórias removíveis. Esta é, na essência, a forma como a arquitectura do novo Hospital de Todos os Santos se prepara para garantir a criação de um "ambiente pediátrico" protector e adaptado à criança."
Sobre a Fisiatria:
"Preocupa-nos que:
- A Fisiatria e reabilitação das crianças com deficiência passe a ser feita em 1/3 dos postos-gabinetes actuais.
- Os bebes e crianças portadores de anomalias físicas e do desenvolvimento passarão a fazer a sua reabilitação e em áreas e ginásios mistos com adultos."
Sobre o Quadro Pessoal:
"Preocupa-nos que:
- O quadro de pessoal seja dimensionada para 1/3 das camas actuais, e que muitas unidades com capacidade de tratamento de crianças tenham que encerrar, ou não mais se possam desenvolver, por ausência de pessoal que faça a sua aprendizagem demorada na aplicação de novos métodos terapêuticos, e que sejam os médicos de adultos que tenham de estender a sua acção ao atendimento das crianças, por falta objectiva de profissionais preparados para o atendimento dos grupos etários mais jovens.
-As camas dedicadas à criança possam ser aumentadas até ao dobro em época de crise - situação mais que previsível - e à custa da montagem de mais camas em cada quarto com redução das condições de acompanhamento dos pais, com maior risco de infecção hospitalar e com sobrecarga imposta aos profissionais, contabilizando ratios de atendimento e risco intoleráveis."
Como há muito tempo as pessoas falam nos corredores e nos serviços (geralmente em surdina, até porque muitos estão em contratos precários), da necessidade de nos organizarmos, um grupo de profissionais decidiu impulsionar uma Pró-Associação . Essa procurará dar voz às preocupações, são não só dos profissionais, como também as de milhares de famílias que se interrogam sobre o futuro do hospital das crianças de Lisboa, e sobre qual seria a qualidade da assistência a ser dada a essas crianças, na hipótese do desaparecimento do H.D.Estefânia.
O documento oficial que permite aclarar essas dúvidas é o "PLANO FUNCIONAL DO HOSPITAL DE TODOS OS SANTOS" (no seu anexo 4).
O documento é de "livre" acesso ao funcionários do hospital, desde que dele se tenha prévio conhecimento e, nesse caso, é necessário fazer solicitação formal de sua consulta ao Conselho de Administração do D. Estefânia.
Trata-se pois de um documento "público", mas que na prática torna-se restrito pela dinâmica de acesso imposta. Obriga-se ainda, à identificação dos que a ele quiserem chegar...
As dúvidas existentes sobre esse documento, suscitam ansiedades que só se resolveriam caso este fosse divulgado através da página do hospital, ou publicamente pela internet.
Sua divulgação deveria ser imediata, pois todos os portugueses tem direito a saber o que se planeia para a saúde de seus filhos!
Vários colegas que analisaram o referido Plano, enviam-nos suas opiniões. Algumas destas contradizem a visão de progresso publicitada nas vantagens atribuídas ao novo hospital, no que diz respeito à assistência pediátrica. Julgamos que a ampla e livre divulgação do novo plano certamente propiciará condições de reflexão e debate que desvanecerão todas as dúvidas sobre o que é publicidade e o que é fato com sérias consequências na saúde materno-infantil e acreditaremos ou não na informação oficial.
A seguir compilamos e estruturamos uma colectânea das várias perspectivas que nos enviaram, as quais muito agradecemos e que solicitamos que nos continuem a enviar pois este é um espaço que se quer de esclarecimento e debate.
"Preocupa-nos que:
-A assistência à criança passe a ser feita, regressando ao passado, por profissionais sem formação especifica no atendimento e tratamento de bebes e crianças.
- Este documento retrate um Hospital Geral de Adultos, tendo sido colocados como anexos, ou em parágrafos acrescentados, apenas algumas referências à assistência à criança ( em espaços que sobram nas unidades de adultos)
- As reflexões e indicações previamente enviadas aos decisores, por parte do corpo técnico do Hospital, na sua maioria voltadas à criança, tenham sido ignoradas e substituídas por conceitos gestionários, que não contemplam a condição da criança doente nem de suas famílias.
- As áreas fundamentais de tratamento da criança estejam programadas para ser integradas em enfermarias de adultos, nomeadamente com doenças psiquiátricas. Mais estranho é quando, actualmente, hospitais com bons serviços de psiquiatria de adultos, enviam as suas crianças e adolescentes para internamento psiquiátrico em espaço próprio no Hospital de Dona Estefânia.
- Se queira destruir um hospital pediátrico de 200 camas, e reduzi-lo a um piso, ou andar num edifício basicamente preparado para doentes adultos.
- O modelo de assistência pediátrica do hospital pediátrico especializado e de apoio perinatal de Dona Estefânia, desenvolvido ao longo de mais de 130 anos, vá se assemelhar ao modelo de um andar destinado à pediatria, tal qual o que existe nos hospitais gerais das zonas mais afastadas como o da Amadora, Almada ou Vila Franca.
- Em outros países os grandes hospitais universitários que foram construídos nesse modelo dos anos 70 (o mesmo que agora querem nos impor em Portugal) estejam já reconsiderando a evidente vantagem de sua separação física em edifícios diferentes para as áreas de assistência à criança, ao adolescente e à mulher grávida."
Sobre o Internamento:
"Preocupa-nos que:
- Toda a pediatria médica e cirúrgica que no actual HDE tem cerca de 144 camas, passe a ser espremida em 44 camas "multi-especialidades", colocadas em quartos duplos.
- Recobros pós-cirúrgicos sejam feitos em conjunto com adultos, separados apenas por divisórias removíveis, acrescentadas ao plano de arquitectura base do novo hospital geral."
Sobre a Consulta externa:
"Preocupa-nos que:
- Estejam previstos apenas 10 gabinetes de pediatria, menos de 1/3 dos actuais.
- Não estejam previstos quaisquer gabinetes de consulta para as mais de 15 especialidades dedicadas à criança, que já hoje existem no Hospital D.Estefânia.
- Não esteja prevista a autonomia e especificação pediátrica de unidades diferenciadas no tratamento da criança como endocrinologia, nefrologia, desenvolvimento da criança, pneumologia, hematologia, ortopedia, neurocirurgia, urologia, oftalmologia, cirurgia plástica, estomatologia, entre outras. Ficando estas unidades como meros apêndices das unidades de adultos, subordinadas às técnicas e chefia de técnicos de adultos do futuro hospital de Todos os Santos. Retroceder-se-á com isso por décadas na qualidade do atendimento hospitalar da saúde infantil.
- As salas de técnicas diagnosticas sejam mistas com crianças e adultos, alguns muitos idosos e com situações susceptíveis de impressionar as crianças.
- Não existam instalações dedicadas às doenças infecciosas das criança, desconhecendo-se se irão partilhar com adultos as salas de isolamento, uma vez que apenas 4 camas estarão dedicadas para as crianças.
- As especialidades chamadas verticais, como a alergologia, genética, fisiatria, ORL, audiologia, etc, (que no actual hospital pediátrico de Dona Estefânia tem a sua actividade mais de 90% dedicada à criança), não tenham programados espaços para a criança, e regridam à mesma condição dos anos 50 do século passado, com a observação das crianças em espaços partilhados com adultos, numa lógica de "rentabilização" comercial de espaços e equipamentos.
- Nos casos em que o documento em análise ressalva a condição da criança no novo hospital, praticamente só seja feita referência à existência de sanitários para crianças e algumas separações dos adultos através de instalação de tabiques ou divisórias removíveis. Esta é, na essência, a forma como a arquitectura do novo Hospital de Todos os Santos se prepara para garantir a criação de um "ambiente pediátrico" protector e adaptado à criança."
Sobre a Fisiatria:
"Preocupa-nos que:
- A Fisiatria e reabilitação das crianças com deficiência passe a ser feita em 1/3 dos postos-gabinetes actuais.
- Os bebes e crianças portadores de anomalias físicas e do desenvolvimento passarão a fazer a sua reabilitação e em áreas e ginásios mistos com adultos."
Sobre o Quadro Pessoal:
"Preocupa-nos que:
- O quadro de pessoal seja dimensionada para 1/3 das camas actuais, e que muitas unidades com capacidade de tratamento de crianças tenham que encerrar, ou não mais se possam desenvolver, por ausência de pessoal que faça a sua aprendizagem demorada na aplicação de novos métodos terapêuticos, e que sejam os médicos de adultos que tenham de estender a sua acção ao atendimento das crianças, por falta objectiva de profissionais preparados para o atendimento dos grupos etários mais jovens.
-As camas dedicadas à criança possam ser aumentadas até ao dobro em época de crise - situação mais que previsível - e à custa da montagem de mais camas em cada quarto com redução das condições de acompanhamento dos pais, com maior risco de infecção hospitalar e com sobrecarga imposta aos profissionais, contabilizando ratios de atendimento e risco intoleráveis."
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
2008, A CAMPANHA AVANÇA E SE FORTALECE !!!
Já atingimos 50000 assinaturas! A campanha já é divulgada na comunicação social ( Ver abaixo "Noticias da Campanha")
A adesão de todos contra os planos de desarticulação do Hospital D. Estefânia é óbvia.
O nosso objectivo é que cada vez mais pessoas se inteirem e participem da campanha.
Sem o teu apoio tal não seria possível.Ele é importantíssimo!!!
Continua a nos ajudar na divulgação do Abaixo Assinado e do Manifesto.
PROFISSIONAIS, PAIS, AMIGOS DO HOSPITAL,EM 2008 ORGANIZEMO-NOS PARA SALVAR O HOSPITAL D. ESTEFÂNIA !
SALVAR O HOSPITAL DAS CRIANÇAS DE LISBOA É UMA OPERAÇÃO URGENTE!
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
sábado, 22 de dezembro de 2007
APOIO À CAMPANHA PELO HOSPITAL DE DONA ESTEFÂNIA - PATRIMÓNIO DA MÃE E DA CRIANÇA Petition
O BOM ANO DE 2008 PARA AS CRIANÇAS DE PORTUGAL, TAMBÉM DEPENDE DE SI:AJUDE A SALVAR O HOSPITAL D.ESTEFÂNIA!
SANTO ANTÓNIO O PADROEIRO DE LISBOA E POR MAIORIA DE RAZÃO ...
Esta imagem pode e deve ser copiada, divulgada e impressa sem citar os direitos de autor.
Apesar de âmbito nacional da campanha, esta Arca de Noé adaptou-se ao simbolismo de Lisboa, e à relação secular de carinho e de protecção que a cidade e os seu habitantes tem pelo Hospital D. Estefânia.
Alguns simpatizantes da campanha, elegeram Santo António como Padroeiro desta campanha.
Os não crentes, imagina-se que em respeito à liberdade religiosa, ou por tratar-se de um Santo simpático, ou até mesmo por se considerar seus Serviços imprescindíveis nessa crise de natalidade que Portugal atravessa, pelo menos até agora, por via das dúvidas, não votaram contra...
APOIO À CAMPANHA PELO HOSPITAL DE DONA ESTEFÂNIA - PATRIMÓNIO DA MÃE E DA CRIANÇA Petition
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Em defesa publica do HDE . Divulga conosco este Manifesto aos Portugueses !
Cidadãos de Portugal! Cidadãos de Lisboa, Sul e Ilhas!
Pais, mães e amigos das crianças de todo o mundo que o Hospital D. Estefânia acolhe.
Profissionais de saúde que se dedicam ao atendimento e tratamento dos que confiadamente procuram os serviços desta instituição.
O Hospital de D. Estefânia corre perigo de extinção!
Toda uma longa história de 130 anos ao serviço da pediatria portuguesa poderá ser apagada.
É ainda tempo de os cidadãos de Lisboa, e mesmo de todo o país, se manifestarem por todas as formas ao seu alcance, exigindo explicações sobre o que pretendem impor às nossas crianças e a todos nós, não aceitando que esse Hospital, único Hospital Pediátrico em Lisboa e região, que atende um enorme contingente de crianças de todo Portugal, seja gradativamente destruído.
Adere ao abaixo assinado ao Presidente da Republica Portuguesa,
http://www.PetitionOnline.com/hde2007/petition.html
Movimento "Apoiar e Defender o Hospital D. Estefânia, Patrimônio das Crianças e Mães de Portugal."
Pais, mães e amigos das crianças de todo o mundo que o Hospital D. Estefânia acolhe.
Profissionais de saúde que se dedicam ao atendimento e tratamento dos que confiadamente procuram os serviços desta instituição.
O Hospital de D. Estefânia corre perigo de extinção!
Toda uma longa história de 130 anos ao serviço da pediatria portuguesa poderá ser apagada.
É ainda tempo de os cidadãos de Lisboa, e mesmo de todo o país, se manifestarem por todas as formas ao seu alcance, exigindo explicações sobre o que pretendem impor às nossas crianças e a todos nós, não aceitando que esse Hospital, único Hospital Pediátrico em Lisboa e região, que atende um enorme contingente de crianças de todo Portugal, seja gradativamente destruído.
Adere ao abaixo assinado ao Presidente da Republica Portuguesa,
http://www.PetitionOnline.com/hde2007/petition.html
Movimento "Apoiar e Defender o Hospital D. Estefânia, Patrimônio das Crianças e Mães de Portugal."
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
ABAIXO ASSINADO - NOTÍCIAS, INFORMAÇÕES E COMENTÁRIOS
ENTREVISTA NA TVI
Agradecemos à Comunicação Social a divulgação da nossa "Petição Online" .
Para além do Jornal "O Metro" , agradecemos a divulgação, e logo que possível a comentaremos pois nesta não fomos ouvidos.
respondemos aos outros órgãos de comunicação que nos tem procurado. Agradecemos igualmente as inúmeras mensagens que nos tem enviado . Algumas são anónimas e decidimos aceitar a publicação de mensagens anónimas desde que estas tenham conteúdo que nos pareça sério, mesmo que esteja em desacordo com a nossa leitura dos acontecimentos.
Esta nova orientação do Fórum, fundamenta-se no facto de termos consciência de que muitos ainda não compreenderam que :
-Em Estados democráticos, não é crime o fato de participar, conhecer e inteirar-se, de tudo que se faz e pensa relacionado com a saúde de nossos filhos e das gerações vindouras.
- O direito a informação sobre todos os aspectos relacionados com a saúde materno-infantil é um direito te todos, e que não deve existir medo de se exercer cidadania de forma construtiva e participativa!
-Que a presença deste medo e timidez em exprimir suas posições na nossa sociedade, reflecte o atraso em cidadania de Portugal, relativamente à Europa Civilizada. Facto que alguns de nossos dirigentes infelizmente ainda não se aperceberam.
ainda informamos que :
- O professor António Gentil Martins é um simpatizante desta Campanha, e tem mantido até agora independência explícita e absoluta no que diz respeito a sua organização. Desta forma associa-se a nós apenas em alguns eventos. Estamos certos contudo que poderemos continuar a contar com a sua participação.
- Vimos aqui publicamente agradecer a sua coragem, frontalidade e solidariedade , um exemplo para todos.
- O professor Gentil Martins, não sendo o único porta voz da Campanha, acedeu ao nosso pedido (pois é um dos representantes históricos do prestigio do H.D.E) de ser nosso porta voz da Campanha na entrevista dada a TVI.
-Consideramos, como os funcionários deste Hospital, que por inerência e mérito histórico, o Professor Gentil Martins pertence e pertencerá sempre ao Hospital de D. Estefânia, sendo inquestionável o seu direito a participação em todas as actividades do Hospital.
-Tratou-se assim do cumprimento de um formalismo institucional, sem relevância ou outras implicações.
- Respeitamos e acatamos a orientação dada . A localização da entrevista no exterior foi-nos inclusive favorável pois esta teve como pano de fundo a Bandeira Azul que orgulhosamente informa da data da fundação desta Instituição que queremos preservar.
-Reiteramos o nosso agradecimento ao Professor Gentil Martins, e à Comunicação Social pelo apoio a esta Campanha. - - Agradecemos igualmente ao Gabinete de Comunicação, a forma amável e profissional como nos orientou .
Assina:
Comissão para defesa do HDE
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ALGUNS ESCLARECIMENTOS RELATIVOS A NOTICIA DIVULGADA NO JORNAL "O PUBLICO" DO DIA 20 DE DEZEMBRO, RELATIVOS AO ABAIXO ASSINADO ,AO PRESIDENTE DA REPUBLICA PORTUGUESA.
Antes do mais agradecemos ao Jornal o Publico divulgação da nossa Campanha.
Como a noticia em epigrafe não resultou de uma entrevista presencial, torna-se necessário um esclarecimento e melhor enquadramento da origem do Abaixo Assinado.
A saber :
- O Abaixo Assinado ao Presidente da Republica, surge do acordo implícito entre vários profissionais.
O proponente citado, apesar da iniciativa é um entre os outros e julga-se desnecessário dizer de que os conhecimentos, mérito, representatividade publica, clínica e cientifica dos outros apoiantes e subscritores é que poderão levar a bom porto esta campanha.
- Esclarece-se que grupo proponente deseja-se apenas como dinamizador, não exclusivo de um movimento pró-associativo aberto a todos os defensores do Hospital D. Estefânia.
- Os proponentes não se arrogam de qualquer representatividade sobre o quadro clínico do Hospital Dona Estefânia. Afirmamos sim que este quadro clínico não tem sido auscultado de forma organizada e representativa , e esta é opinião mesmo de alguns indigitados, como, por justiça inerente de funções e conhecimento , o deveria ser em matéria e procedimentos de tal importância.
-Por esse motivo, os proponentes acabam por de fato fazerem eco aos muitos anseios e desalento de opiniões que se tem ouvido por toda parte.Quaisquer duvidas que possam surgir sobre uma eventual subjectividade desta apreciação, só se resolverão através de consulta aberta e votação publica, e não de apreciações institucionais unívocas!
-Cumpre deixar bem claro o meu endosso pessoal integral ao "Documento da Comissão Médica" que foi elaborado previamente ao actual processo administrativo,e não poderia, nem me caberia, qualquer direito de criticar a criação Hospital de Todos os Santos. Contudo, o que não pode ser omitido, e que está de acordo com o que ali está explicitado, é que essa criação implica necessariamente no paralelo respeito à especificidade física, administrativa e histórica do actual Hospital D. Estefânia .
-Finalizando, quero sublinhar que o supracitado documento elaborado pela antiga Comissão Médica ( "Documento da Comissão Médica", o qual só viemos a conhecer subsequentemente, e então o publicamos neste Fórum) deveria ser consultado para qualquer apresentação fundamentada sobre o actual movimento. Reiteramos seu conteúdo , e identificamos que, quanto a nós ,ele constituiria inteiramente, a plataforma consensual que uniria nos seus pressupostos as diversas sensibilidades para a acção decorrente deste, ou doutros projectos.
Subscreve,
Pedro Paulo Mendes
-----------------------------------------------------------
ALGUMAS INFORMAÇÕES PERTINENTES SOBRE O ABAIXO ASSINADO:
1 - É IMPORTANTE SUBLINHAR QUE OS PROPONENTES NÃO TEM ACESSO AO ENDEREÇO DE EMAIL DOS APOIANTES. ESTE DE INSCRIÇÃO OBRIGATÓRIA, QUANDO DA ASSINATURA, FICA EM POSSE EXCLUSIVA DA ENTIDADE QUE DISPONIBILIZA O SERVIÇO DE ABAIXO ASSINADO (PETITION ONLINE), A QUAL GARANTE A SUA ABSOLUTA PRIVACIDADE E CONFIDENCIALIDADE.
ESTE DADO TEM POR FIM UNICO O DE VALIDAR A ASSINATURA PERANTE ENTIDADE INTERNACIONAL COMPETENTE. O NUMERO DO BILHETE DE IDENTIDADE, SE BEM QUE IMPORTANTE, E QUE AGRADECEMOS QUE ESCREVA, NÃO É OBRIGATÓRIO.
2- AS ASSINATURAS DE APOIANTES COM COMENTÁRIOS EXTEMPORANEOS AO ABAIXO ASSINADO, MESMO QUE VALIDADAS, INFELIZMENTE TERÃO QUE SER EXCLUIDAS NO MOMENTO DA ENTREGA DO ABAIXO ASSINADO.
ESTA CAMPANHA PARA ALCANÇAR O SUCESSO QUE TODOS ALMEJAM, TEM UM CARACTER NACIONAL E NÃO PODERÁ ESTAR PERMEADA POR PAIXÕES POLITICO PARTIDARIAS OU FILOSOFICAS, POR MAIS SIMPATICAS, ANTIPATICAS, JUSTAS, OU INJUSTAS QUE POSSAM PARECER A ALGUM DOS PROPONENTES, OU APOIANTES INDIVUALMENTE.
NO CASO DE TAL TER ACONTECIDO COM SUA ASSINATURA, PEDIMOS SINCERAS DESCULPAS, E AGRADECEMOS QUE VOLTE ASSINAR SEM QUALQUER COMENTÁRIO.
---------------------------------------------------------------
ALGUNS COMENTÁRIOS E OPINIÕES QUE NOS VÃO CHEGANDO:
On 12/6/07, Gui Lima
Ainda espero apurar essa notícia. Não ouvi nenhuma declaração oficial.
Apenas me chegou um mail sobre esta campanha, reencaminhado.
A ser verdade, há que actuar. Não é o défice de costas largas, muito
menos as vontades particulares de ninguém, que vão sacrificar o único
hospital de crianças do País, onde e como em nenhum outro, mães e e
filhos se sentem tão seguros e acarinhados. Sei, porque para lá corro
vezes sem conta. E vejo, ouço e sinto a enorme diferença no tratamento
dos meus filhos, a enorme diferença de estar num hospital exclusivamente dedicado à saúde infantil. A forma como os médicos e os enfermeiros da Estefânia trabalham é comovente.Jamais esquecerei. Mal posso acreditar que haja alguém no Poder com semelhante intenção. Bem basta a vergonha que é o IPO transitar de onde está, quando há espaço envolvente para ser ampliado.
Fechar o Hospital D. Estefânia... é possível, Se erguerem outro similar que não fique nos arrabaldes de Lisboa. Porque se há escolas superlotadas nesta cidade, se o meu filho vai esperar 6 meses para ser operado aos ouvidos lá na Estefânia, e isto é sintomático, é porque existe um número significativo de crianças em Lisboa que precisam deste Hospital perto da porta.
Francamente, espero que a minha revolta fique por aqui e não tenha sequer razão de ser.
Obrigado.
Até breve,
Gui Abreu de Lima
Temos de ganhar coragem,não temermos as tempestades, e por todos os meios que temos ao nosso alcance, travar esta medida, que para além de irresponsável e anti democrática, é também contra a saúde das nossas crianças e suas mães.
Força!
Rui Coelho
É de facto triste a situação actual após tanto trabalho para se
dignificar o HDE.
Como lisboeta vejo com preocupação a não manutenção dos nossos
símbolos e das nossas referências.
Para além de que esta sistemática integração ou aglutinação das
Unidades mais pequenas e qualificadas não preconiza um futuro saudável
para as nossas crianças.
Vou subscrever a petição.
Tem chegado igualmente emails a caixa de correio do Blog que não explicitam se desejam a sua assinatura publicada. Transcrevemos desta forma as mensagens anonimizadas
Caro colega
...Já assinei e gostaria de aderir à Associação. O que será necessário fazer?
...Porque não referiram que a Cirurgia Pediátrica surgiu em Portugal em 1917 ( Jaime Salazar de Sousa ) e que foi a partir dele que a Especialidade se estendeu a todo o país ( excepto no Porto e arredores…)?
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
HOSPITAL D. ESTEFÂNIA - CRIANÇA NEGLIGENCIADA ? CRIANÇA BATIDA? PROPOSTA PARA UMA INVESTIGAÇÃO JORNALÍSTICA.

Atrás de uma realidade visível,de afecto e amor construída pelos profissionais, está uma outra realidade que lhes escapa (habituados que estão,já de forma inconsciente, tal qual como se de fado se tratasse...), e contra a qual muitos de nós agora lutamos!
Soa de forma estranha, e mesmo algo sinistra, emanando a sensação incomoda do frio das pedras no inverno, a fala dos que advogam a desarticulação do HDE, e dizem que o importante é o espírito, e este é que tem que ser salvo:-Perguntem a todos que tem em mãos corpo e espírito em harmonia, se não condenam os que querem os separar em vida?!
Na fundamentação de planos economicistas, fala-se em evolução das negociações, como se tratasse de um leilão...Quarenta?!!! Sessenta?!!! Finalmente, 100 camas e nada mais!!! Será este o " espírito" que querem preservar???
Assim como o se perscrutar atentamente o olhar de uma criança, nos permitirá perceber do seu ânimo e envolvência afectiva, assim também, é necessário observar com atenção para o que esta a acontecer ao Hospital D. Estefânia:
-Nada mais terrível e doloroso para nós ,profissionais de saúde que trabalhamos no Hospital D. Estefânia, quando nos chega às mãos um bebe indefeso com sinais de violência e sevícias , algumas das vezes habilmente disfarçados.
Uma criança negligenciada resulta de uma atraso cultural e económico , uma criança batida pode ser vitima de mãos com luvas brancas.Algumas destas crianças infelizmente acabam por morrer.O diagnóstico e a descoberta das causas e culpados nestes casos nem sempre é fácil, e implica trabalho de investigação, pois as aparências iludem.Nem sempre a luta contra o tempo é vitoriosa.
Consideramos que o caso do Hospital D. Estefânia pode também ser analisado tomando-se como imagem esse prisma da criança negligenciada, ou batida.
E é por isso que, convidamos o jornalismo de Portugal a não se limitar a uma reportagem apenas das aparências e fragilidades do HDE, mas sim a procurar as causas reais do que se passa, ajudando-nos assim a salvá-lo enquanto ainda há tempo!
Um observador externo, que pergunte pelos responsáveis pelo actual estado do HDE, ouvirá de alguns funcionários as culpas de anteriores administrações, ministérios e governos...Todas elas justificando a necessidade de enterrá-lo o mais rapidamente possível, ofuscando-nos com o brilho futuro de um novo hospital generalista que absorverá e resolverá todos os problemas. Paradoxalmente,essas mesmas pessoas, dão no seu dia a dia todo o apoio ao Hospital...Custa-nos crer que não se sintam eles próprios vitimas das contradições inerentes às suas funções!
Estes administradores podem ser, e na maioria das vezes o são, bem intencionados e cumprem honestamente com suas funções.Falta-lhes,contudo neste caso eventual coerência e auto determinação.Assim,instamos ao Jornalismo que se quer sério e assente na realidade dos factos, que lhes indague da fundamentação e planos para saúde Materno-infantil em Portugal;Indaguem pelos estudos que contrariam os Hospitais Pediátricos dedicados;Indaguem se consideram ou não o HDE um Património Nacional;Indaguem igualmente dos destinos dos terrenos do IPO, e antigo Hospital de Arroios e dos restantes do actual grupo Hospitalar; E por fim, indaguem se existem documentos oficiais assinados e aprovados destes planos e porque eles não são de domínio publico...e se consideram ou não que o deviam ser.
Contudo se ouvissem a antiga Comissão Médica e Direcção Clínica, e instamos que o façam ( Ler documento no Blog)e as Direcções prévias do Hospital, ouviriam falar de sub-orçamentação cronica para os Hospitais Pediátricos, e das dificuldades orçamentais permanentes(a dotação do Estado para uma criança internada é de 50% da de um adulto, mas os gastos são os mesmos, ou maiores. Vergonhoso é que são gastas fortunas incalculáveis em submarinos , luxuosos estádios de futebol etc, enquanto se sub-alimentam os guardiões dos próprios filhos na doença!); Saberiam de Directores e Serviços exemplares e cujos modelos de gestão deveriam se implementados e difundidos ,que se reformam em pleno direito mas precocemente, (procurem saber dos Directores e colegas recentemente reformados ou que voluntariamente se exoneraram das das suas razões), por sentirem-se desanimados e cansados de lutar contra a corrente; Ouviriam dizer que um laboratório encerrou-se, apesar de ter merecido recentemente um prémio Europeu, e isto porque não teve substituída a tempo uma funcionária imprescindível a qual se reformou.E isso porque tratam-se de serviços de referência, neste ou em qualquer outro Hospital que viesse a ser construído!Ouve-se falar em entrevistas à imprensa de unidades fundamentais, que contudo não saem à luz do dia por ética para não causar danos colaterais; Se dessem atenção se aperceberiam que um quadro médico envelhecido e não substituído, faz serviço de urgência já no limite de idade ultrapassado em muitos anos e permanece por carolice e amor a arte.Até quando? Indaguem se existe um plano substituição e de formação dos quadros actuais que estão a se reformar, e se existem concursos solicitados ou previstos.Indaguem o que pensa o quadro de enfermagem.
Ouçam a opinião do Directores de Especialidades pediátricas agora dirigidas por Directores de Adultos com desconhecimento da patologia Pediátrica...
Indaguem o que se pensa nas denominadas neurociencias.Assiste-se por desânimo o abandono do Hospital de alguns quadros prestigiados;Ouviriam falar de Serviços administrativos fundamentais aos quais não é fornecido material essencial para trabalho como tinteiros e papel.
Reparem na degradação física crescente do Edifício Central, por não dotação de meios em contraste com obras de fachada que se vêem pelo Pais!
Também causas internas o contribuíram ( em mensagem publicada no Blog )falou-se em feudos e máfias..que infelizmente permeiam as várias instituições portuguesas de que fazem ecos noticias diárias....
Enfim, o Hospital D. Estefânia pode muito bem ser hoje comparado a uma criança que merecerá a caracterização de criança negligenciada, ou mesmo batida...
Mas apresenta ainda ânimo e vida! Percorram os seus espaços enquanto é tempo, e comprovem! E isto devido aos profissionais que lá trabalham e já trabalharam!
Enfim, indaguem-se se não significará aniquilá-la, retirando-lhe a identidade e o espaço físico.
Todas as cidades do mundo desenvolvido tem os seus Hospitais Pediátricos emblemáticos que fazem parte da sua caracterização identitaria.
Senhores Jornalistas, não permitam que Lisboa , Sul e Ilhas percam os seu único Hospital Pediátrico!
A nossa identidade pediátrica não é um "espírito" que poderá habitar qualquer bloco de pedras.
A nossa identidade é a de um corpo e um espírito dedicados à pediatria, em interação harmonica e não podem ser separados!
Este espaço pertence à criança, e outro futuro igualmente só lhe pertencerá se estas premissas forem respeitadas!
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Relativamente ao artigo acima exposto chegou-nos a seguinte mensagem que presume-se ser de um dos protegidos da Arca de Noé :--
Amigos! Nada de derrotismos, criança batida só no Primeiro Round, nos outros ainda vamos ver! Envio fotografia como prova do delito. Contamos contigo para ajudar-nos nos próximos!
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UM SONHO........??? OU UMA VERDADE .......!
Chegou-nos uma mensagem, estranha, e significativa...
Ei-la :-
Amigos:
Em uma noite destas, por uma sensação febril, por estar a chocar uma destas gripes de ocasião, acostei-me ao calor cobertores um pouco mais cedo...
Durante esta noite e por várias vezes, atravessou-me a mente um sonho invulgar...As Assinaturas da "Petição On Line" ao Presidente da Republica Portuguesa, ganhavam vida e suavemente despegavam-se do texto e em uma dança harmoniosa ...no espaço próximo, os nomes dos subscritores e as letras que os compunham adquiriam cores e reconfiguravam-se em...flores ...estilizadas... e diversas!
Este sonho veridico, trouxe-me em mensagem, de que as nossas assinaturas são muito mais do que apenas um marcar uma posição... são algo de muito importante, com que estamos a contribuir, por todas as crianças, actuais e futuras....
Um sonho...e uma realidade....
MF
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Mais uma mensagem:
...Numa nação em que se nasce pouco, só um NESCIO , queimaria um ninho!
T.C.
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Quero agradecer-lhe pessoalmente por ter iniciado esta petição.
Já verificamos que os governos sucessivos fazem o que querem graças à
apatia e permissividade dos Portugueses, que esquecem igualmente os
danos causados e as promessas quebradas.
Também já tivemos mostras que encaram com desagrado e medo qualquer
intervenção dos seus eleitores.
É pena que não exista um pequeno estádio de futebol no hospital, pois
então certamente que não se atreviam a tocar-lhe.
Vinha sugerir-lhe que talvez valha a pena comprar uma pequena baliza e
colocar à entrada do hospital, à vista de quem entra, com o comentário
apropriado. Isto certamente que atrairia as atenções, talvez mesmo da
comunicação social.
Caso se resolva fazer algo do género, estarei disposto a colaborar.
Esperemos que este absurdo não seja concretizado.
Um abraço,
P. Machado
domingo, 2 de dezembro de 2007
Duas Histórias sobre a "Sopa de Pedra"


Por se tratar da defesa de um Hospital das crianças, aceitamos publicar estas duas histórias...Como são histórias de crianças, não nos responsabilizamos, e a interpretação é livre!
História nº 1 A lenda tradicional permite inúmeras leituras e dai a sua riqueza e sobrevivência na tradição oral ao longo dos tempos.
Uma outra leitura sobre a Sopa de Pedra poderia ser a seguinte:-
O conhecido Frei da nossa história e os habitantes de Almerim, após desfrutarem a deliciosa Sopa de Pedra enriquecida com as iguarias e acepipes até então ciosamente guardados nas arcas de suas casas, alegremente tagaleravam ao redor da fogueira...
Um dos aldeões mais dado a filosofias lançou, como não quer a coisa, esta ideia ao ar:
-Será que o Frei ao utilizar esta pedra tão feia e rude para criar uma sopa tão maravilhosamente saborosa não quis fazer-nos ver que o mais importante de tudo é acreditar e sonhar e só a riqueza das muitas contribuições construirá e dará corpo a todos os sonhos, mesmo que inicialmente só nos pareçam existir escolhos e pedregulhos a nos fazerem descrentes de iniciar!?...
Como estava uma linda noite de inverno, todos os outros, à volta da fogueira, não estavam para pensamentos complicados, e continuaram absortos e satisfeitos, a desfrutar o infinito negro permeado de estrelas cintilantes.
Mas se estivessem com atenção,ouviariam um som seco e baixo,que se repetia entre cortado de interjeições de prazer:-Hum, hum... Era o nosso Frei feliz a raspar o fundo do tacho...E a concordar sorridente, com movimentos de cabeça afirmativos...
Moral da História: Para iniciar qualquer obra:
-Acreditar é preciso!
Hospital D. Estefânia! Sempre!
História nº 2:
A história da Sopa, mas agora...Sem Pedra...
Numa casa, em que existia alguma harmonia (se bem que relativa, pois se existisse uma harmonia mais forte esta história triste poderia não ter acontecido) entrou um dia um Espírito, um Espírito que não sabia que o dinheiro não era tudo. Como era um Espírito adulto, as crianças não deram por ele.Conhecedor das fraquezas dos homens ameaçou, dividiu, aliciou e conseguiu o que queria:-Destruir e fazer desmoronar a casa. Quando deram por si, era tarde, e as crianças,principalmente as mais pobres que não tinham acesso aos seguros de saúde, andavam ao léu e ao frio, a procurar descobrir a causa do que lhes acontecera...
Pasmadas, não compreendiam porque os adultos não ousavam fazer face a aquele espírito, mas pelo contrario ,furiosos, e num comportamento auto destrutivo, com as pedras do desmoronamento nas mãos, ameaçam-se e chamavam nomes uns aos outros! E por mais incrivel que pudesse parecer, alguns por verem a passividade de todos perante o descalabro...se demitiam.
E enquanto isto, O Espírito se ria, esfregando as mãos de contente com os trocos que contava poupar...(Ainda era daqueles Espiritos antigos e estupidos que pensavam que não era no investir bem que estava o ganho...mas apenas no poupar...
As crianças, indagavam perplexas da razão daquele comportamento, e pensavam que tal se explicava ,como muitos dos comportamentos auto destrutivos, pelo fato dos adultos recusarem-se a fazer face ao verdadeiro agressor, de encarar e enfrentar o problema real: o Espírito Poderoso que pensa que tudo no mundo se resolve só com uns dinheiros...
Haverá razão para não reagirem, porque tem medo do seu poder vingativo pensavam alto algumas das crianças!
Não! Disseram logo outras:- Ele já garantiu que não persegue ninguém!
Será por ambição e por estarem à espera de favores, indagavam as mais velhas, com o semblante incrédulo!
Não! Repetiu , a maioria veemente e confiante, conhecemo-los bem e sabemos que não são capazes de tal!
Chegaram finalmente (e por falta de melhor explicação...) a uma conclusão:- que esta atitude se devia ao desanimo do muito pelo que tinham passado na vida, ou ainda mais inacreditável, por uma espécie de ingenuidade e a espera de um D. Sebastião que viesse resolver o problema que, por inesperado, lhes parecia mais um pesadelo irreal e de causa incompreensível...
Na falta de grandes apoios, resolveram passar a iniciativa e actuar:- Aproveitaram os restos de um dos edifícios que não soçobrara e o amaneiraram criando um restaurante improvisado, mas com ambiente quente, alegre que só as crianças sabem criar à que deram o nome de Arca de Noé – e a ementa tinha um prato único “Sopa sem Pedras”. Estabeleceram a seguinte regra de frequência, escrita em letras grandes na porta:
Todo o Sr. Adulto que quiser entrar terá que:
1- Deixar as pedras na entrada, de forma a construir uma espécie de muro para proteger-nos de todos os ataques.
2- Devem colaborar na receita da Sopa Sem Pedras com uma qualidade original própria, fosse esta pequena ou grande (podia ser simpatia, persistência, confiança, espírito critico, dedicação as crianças, conciliar conviver e ajudar numa causa justa e util, etc).
Oxalá venha a resultar!
A arca de Noé começou a Navegar!
Associa-te a nós!
Defende o Hospital D. Estefânia!
Hospital das crianças de Lisboa!
Chegou-nos um comentário sôbre estas Histórias
Pouco conhecedores de histórias infantis, não o compreendemos muito bem.
O publicamos e agradecemos que nos ajudem a perceber o alcance do seu conteúdo.
Aqui vai :-
As crianças, geralmente por volta dos 2/3 anos, começam a experimentar a sua individualidade e direito a crescer. É a "terrível" fase do NÃO, que tantos pais temem e que a muitos exaspera.
Mas o facto de elas aprenderem a exigir o seu espaço, a manifestar a sua vontade e, muitas vezes, a conseguirem construir o seu próprio espaço, deveria encorajar os adultos, pais ou não, a reflectir sobre de que forma querem se posicionar na sociedade, entre os outros:
Como uma criança que fica eternamente pequenina e medrosa por desistir de dizer NÃO, ou como um adulto responsável pela sua vida, pelos seus actos e pelo que conquistou?
Como uma criança totalmente dependente das acções dos outros, ou como um adulto responsável pelo bem e pelo mal do que o rodeia, tão simplesmente porque tem o poder de dizer NÃO e não ficar à espera que lhe resolvam todos os seus problemas?
As crianças que têm permissão para crescer podem não saber tudo o que as espera, mas arriscam conquistar o que querem. Com o seu "quase-um-metro" arriscam desafiar o enorme mundo dos crescidos.
E nós, os crescidos?
Não teremos obrigação de ser suficientemente corajosos para, pelo menos, defendermos as crianças?
Acredito na diferença entre criança e adulto, no reconhecimento e na preservação dessa diferença! Por isso, não acredito na ideia de uma "sala para crianças" num hospital de adultos.
Já sabemos como é difícil para os adultos sentirem-se acarinhados e acompanhados em hospitais "apinhados".
Imaginem um pequenito de 4 anos...
3 de Dezembro de 2007 15:53
domingo, 25 de novembro de 2007
ATENÇÃO...ALGO SE MOVIMENTA...AS IDÉIAS COMEÇAM A TOMAR FORMA !
A Arca S. Vicente Camâra Municipal de Lisboa S.Vicente de Fora
HOSPITAL D. ESTEFÂNIA, O HOSPITAL DAS CRIANÇAS DE LISBOA! UM PATRIMÓNIO INALIENÁVEL!


O DIREITO DE TODAS AS CRIANÇAS A UM SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE MATERNO INFANTIL ESTRUTURADO !
A Arca de Noé começa a navegar! Neste projecto todos são necessários.
Participa e Divulga.
Não existe espaço, ou justificação para querelas e acusações.

As diversas sensibilidades, se realmente animadas de uma preocupação da Defesa da Saúde Materno Infantil, tem obrigação de se unir no essencial!
Desde que em acordo na defesa da identidade deste Hospital, todos devem participar.
Existem, de momento, duas propostas de nomes para a futura Associação (a primeira se acompanhou de comentários e que merecem ser analisados; e que em breve os publicaremos).
A saber:
-EM DEFESA DO HOSPITAL DE D. ESTEFÂNIA ...HOSPITAL DAS CRIANÇAS DE LISBOA!
e outra ......
-HOSPITAL D. ESTEFÂNIA, SEMPRE!
terça-feira, 20 de novembro de 2007
No Canada não se consideram os Hospitais Pediátricos obsoletos ; Um artigo que todos que se preocupam com o HDE devem ler !

Em breve traduziremos este artigo.
A versão original, que dispomos, apresenta erros de digitalização e translação de ordem informática que nos ultrapassam. Devido a este óbice, publicamos por ora apenas o seu Resumo, que igualmente equaciona a nossa realidade e contradições.
Leia e divulgue!
Designing for "the Little Convalescents": Children's Hospitals in Toronto and Montreal, 1875-2006 ANNMARIE ADAMS DAVID THEODORE
Abstract.
This paper explores more than a century of changing ideas about the health of Canadian children through the architecture of pediatric hospitals in Montreal and Toronto. As a unique source in the history of medicine, hospital architecture reveals three distinct phases in the construction of children as patients. Early 20th-century children's hospitals remained bastions of older spatial attitudes towards health. The post war hospital was self-consciously modem, with an arrangement more scientific and institutional than its predecessor.
Through references to other typologies, the postmodem hospital marks a curious return to the earlier attitude that children's health is a family affair. Is the hospital a home for children or an institution for science?
......................
Not everyone thinks the re-integration of children into the general hospital in Montreal is a good one. Planning for the inclusion of children in the MUHC was rocked by the resignation of MCH executive director Patricia Sheppard in January 2000.She left out of concern that pediatrics was not being given enough autonomy within the MUHC structure. The result, she fears, could be a real lowering in the quality of care the hospital can deliver to children. Sheppard and others (like Beaubien at Ste-Justine 50 years earlier) are mostly apprehensive about diminished dministrative authority, about losing control over such things as budgets, medical appointments, and operating room schedules. But that anxiety includes the possible lack of specific child-oriented facilities and architectural identity in the superhospital. In its latest presentations, the MUHC has begun to discuss separate emergency and other services for children. But if the MCH keeps its name and has its own pavilion, why should it move to the new site with the adult hospitals? The problem of designing for children thus threatens to undermine the whole "one-hospital one-site" superhospital concept. The Universite de Montreal has similar plans for a new superhospital. In 1996 its main teaching hospitals merged into the Centre hospitalier de l'Universite de Montreal (CHUM). But Ste-Justine declined to join the administrative merger. The French-speaking children's hospital will thus not be part of the proposed facility set to open in 2006 in the Rosemont district, ironically just across from Ste-Justine's former St. Denis Street location. The difference between the futures proposed for Ste-Justine and the MCH illustrates the continuing difficulty of housing children's health care: what is best for the patient, separate or attached? At a colloquiun entitled "Healing by Design: Building for Health Care in the 21st Century" held 20-21 September 2000 in Montreal, organized by the MUHC, hospital administrator Bmce King Komiske was asked to speak about current trends in the design of children's medical centres. It is not surprising he recommended a "separate but attached" model, illustrating his talk with recent facilities in the United States, including the Hasbro Children's Hospital in Providence, Rhode Island; St. Louis Children's Hospital, Missouri (fig. 23); and the Maria Fareri Children's Hospital in Westchester, New York. Children's health centres must now offer the same range of specialized medical expertise as the adult hospitals, from surgery to psychiatry, but based on the idea that because of the uniqueness of childhood development, medical workers must understand special psychological needs and distinct physiology. Children's hospitals, that is, have to deal with a set of con ditions specific to children, such as congenital and chronic diseases, and the high incidence of respiratory problems, but benefit from close contact to parallel services such as neurology and oncology in adult hospitals. In Canada there are many approaches to negotiating the separate but attached model. Children's hospitals such as Ste-Justine, the BC Children's Hospital, and Izaak Walton Killam in Halifax have joined with other hospitals to become facilities for children and mothers; the Children's Hospital of Eastern Ontario and the HSC in Toronto are now part of a network of pediatric services; and the Winnipeg Sick Children's Hospital and the Alberta Children's Hospital have merged within larger medical centres.lo2 Many of these institutions have undergone name changes in response to this "move away from bricks-and-mortar definitions of health care."'" Like management mergers in other economic sectors, it is difficult to know whether these transformations cut costs or improve care or patient outcomes. But taken together they break down the 20th-century century notion that sick children need separate buildings to suit their special medical and socialneeds. The belief in medical progress and the continual advance of medical technology remains at odds with the attempt to provide environments specifically supportive of children's experience, yet flexible enough to adapt to future changes in medical practice. The main feature of Komiske's model institutions is a complete denial of their function as hospitals. He advises incorporating regional, non-health-related themes,such as the imagery of a village, or the provision of a real zoo, sailboat, or train. "A great children's hos ital should be designed so that it does not look institutional" he said5 In these hospitals, as in the Toronto Atrium Tower, the lobby, not the exterior fa~ade, is key, providing direction and diversion, and allowing children and parents to forget that they are in a hospital. A colourful, playful, childlike atmosphere seems intuitively valuable, yet there is little scientific study to ghow that offering children a hospital dressed up as a Disney theme park actually improves patient outcomes. Moreover, such interior decoration can detract from the search for architectural solutions to real design problems, disguising rather than defiming children's experiences. For example, one important change to children's health services that will affect the NUHC design isthe concept of patient-cmtred care. This approach involves trying to reduce the number of hospital workers a sick child encounters, and making more provisions for keeping patients together with their families. Such changes have been successfully incorporated at the Atrium Tower. There the design of mmswas carefully studied through the construction of full-scale mockups. In the final building, all rooms are private, a,nd include a daybed so a parent can spend night in the room.lW Conversely, the trends to reduce the length of patient stays, to use digital communication tools for long range consultation, and to involve families in hospital care (sometimes called open visiting) all place a greater emphasis on outpatient and ambulatory clinical facilities than on ward design?06 Finally, some of the critical architectural problems of the postwar hospital, such as the nurses' residence and its relationship to the administrative, medical,and service spaces, am now simply irrelevant. To date in public presentations the MUHChas talked about a campus of separate lowrise pavilions as the architectural form of the superhospital. But this image seems meant to allay fears that a university medical centre would be a gigantic, imposing, unfriendly megastructure, rather than to reflect a comprehensive architectural plan for state-of-the-art healthcare design?07 Still, even what's best elsewhere in the world may not meet the requirements of Canadian children's hospitals, especially in light of the 1984 Canada Health Act, which guarantees Canadians universal, free access to insured healthcare. Komiske for instance, draws some funny conclusions. He says good design is important because in the year following the opening of the Hasbro Children's Hospital, the hospital's market share increased 20.5O/0 and emergency visits increased 25%.lMThe measurable result of his "good design" is thus notbetter care but bigger profits. Few details of the new MUHC or the CHUM designs have been determined. In the case of the MUHC, it is even hard to confirm whether children will be treated in the same facility as adult patients, even if they occupy the same site. What is certain is that more children than ever are now admitted to hospitals, albeit for shorter stays.lW Faced with the ongoing difficulty of simultaneously providing spaces for the latest medical care and spaces that reflect our cultural ideas about sick and healthy children, debates over the image, location, and arrangement of Canadian children's hospitals continue.
sábado, 17 de novembro de 2007
Sobre fantasmas, terrores noturnos, pesadelos...Sombras de uma realidade vizinha, que emerge à consciência como um alerta de perigo...

...EIS POR BEM ME APRAZ CEDER AO ESTADO...COMO PROPRIEDADE NACIONAL...CONSERVANDO A DENOMINAÇÃO...E APLICAR AO TRATAMENTO CURATIVO DE DOENTES POBRES E DESVALIDOS...DESTINANDO ENFERMARIA PARA O TRATAMENTO DE CREANÇAS POBRES...
Quando nossos doentes, ou amigos, nos indagam ansiosos se não poderão vir a sofrer do mesmo mal que vitimou um familiar seu, nem sempre nos sentimos seguros e capazes de ajudá-los a vencer os receios e pressentimentos.E isto porque, infelizmente, existe um substrato hereditário real...
Uma realidade muito próxima do Hospital D. Estefânia é a do Hospital de Arroios:-Na altura do seu encerramento dizia-se, e julgamos que nada foi documentado acerca desta "boa intenção", que ele seria um Hospital de retaguarda. Hoje vemos que está em ruínas, e parte do seu equipamento, que deveria pertencer a um Museu, foi vendido na Feira da Ladra ao desbarato...Não sabemos qual o significado e relação da publicidade de venda de andares que ele ostenta com os eventuais planos que lhe destinarão no futuro...Sim, boas intenções e declarações, mas resta-nos destes esta realidade...Você que comodamente se omite e não formula uma opinião clara de defesa do Hospital D. Estefânia, é um agente passivo com uma quota de responsabilidade perante as futuras gerações e seus descendentes caso o mesmo vier a acontecer a este Hospital!
A doação deste Hospital de D.Estefânia à Nação Portuguesa, foi oficializada em Diário da Republica.É um direito e um respeito pelos eleitores que os planos referentes a uma Instituição da Nação Portuguesa sejam agora oficializados pois ele foi doado com o fim explicito de servir para Hospital...
EM EPIGRAFE:
FOTOGRAFIA DO HOSPITAL DE ARROIOS QUE FOI UMA UNIVERSIDADE EM QUE LECCIONOU O PROFESSOR REINALDO DOS SANTOS!
É UM FANTASMA E UM REALIDADE NOSSA VIZINHA.É UM PESADELO QUE QUE NOS ASSOMA E QUE QUEREMOS E DEVEMOS EVITAR QUE SE TRANSFORME EM REALIDADE!
QUEREMOS GARANTIAS ESCRITAS E OFICIAIS QUE RESPEITEM OS PROPÓSITOS DESTINADOS! AJUDE-NOS E AJUDE-SE A PRESERVAR DIREITOS DAS GERAÇÕES VINDOURAS!
Assina,
Pedro Paulo Mendes
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
LUZ NO FUNDO DO TUNEL, OU VERÃO DE SÃO MARTINHO ?

Fonte da imagem
ALGUMAS INFORMAÇÕES NOS CHEGAM, E FALAM DE UMA EVOLUÇÃO POSITIVA DA TUTELA RELATIVAMENTE AO FUTURO DO HOSPITAL D. ESTEFÂNIA:-
- QUE SE ASSUMIRIA A IDENTIDADE PEDIÁTRICA DO HOSPITAL D. ESTEFÂNIA NO FUTURO HOSPITAL DE TODOS OS SANTOS, DISPONDO-SE DE UM PAVILHÃO INDIVIDUALIZADO COM CONEXÃO AO PRINCIPAL.
- QUE O ACTUAL HOSPITAL PERMANECERIA LIGADO À PEDIATRIA E AO OUTRO FUTURO HOSPITAL, ATRAVÉS DE UMA FUNDAÇÃO.
OXALÁ SEJA VERDADE!
SOLICITAMOS QUE OS DOCUMENTOS OFICIAIS QUE SUBSTANCIAM ESTAS ORIENTAÇÕES SEJAM DIVULGADOS, POIS SÓ ASSIM ULTRAPASSAM O FORO DE HIPÓTESES E BOAS INTENÇÕES, PARA O DE OPÇÕES QUE MERECEM O APOIO E EMPENHO DOS PROFISSIONAIS.
FINALMENTE, É CORRENTE A INFORMAÇÃO DA URGÊNCIA DO MINISTÉRIO EM "LANÇAR A PRIMEIRA PEDRA" DO NOVO HOSPITAL. INDAGAMOS SE NÃO SERIA MAIS CONSISTENTE A PREVIA DIVULGAÇÃO DO PROJECTO, A SUA LOCALIZAÇÃO E OS PARECERES E ESTUDOS DE ESTABILIDADE E SEGURANÇA FEITOS PELAS ENTIDADES COMPETENTES?
NÃO DUVIDANDO DAS MELHORES INTENÇÕES, ESPERAMOS QUE ESTAS INFORMAÇÕES TENHAM ALGUM FUNDAMENTO, MAS AGUARDAMOS COM A DEVIDA PRUDÊNCIA E ...COM OS "CHAPÉUS DE CHUVA A MÃO"..., PARA A EVENTUALIDADE DE TRATAR-SE APENAS DE MAIS UM CURTO "VERÃO DE SÃO MARTINHO", E NÃO ESTARMOS DESARMADOS PARA ENFRENTAR O INVERNO COM A DEVIDA ENERGIA.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
EXISTIU ALGUM ESTUDO SÉRIO PRÉVIO A INTEGRAÇÃO DO HOSPITAL D. ESTEFÂNIA NO CENTRO HOSPITALAR? A RESPOSTA É NÃO !

MUITOS CONSIDERAM QUE A DILUIÇÃO DO HOSPITAL D. ESTEFÂNIA NO CENTRO HOSPITALAR E FUTURO HOSPITAL DE TODOS OS SANTOS COMO RESULTANTE DE MEDIDAS CONJUNTURAIS NÃO FUNDAMENTADAS E ALHEIAS A UM ESTUDO E PLANEAMENTO DE UMA REDE DE saúde MATERNO INFANTIL EM PORTUGAL.
COMO PROVA DA SUA CONVICÇÃO ENVIARAM-NOS UM DOCUMENTO DA DIRECÇÃO GERAL DE SAÚDE DATADO DE DE DEZEMBRO DE 2005 EM QUE NOS PLANOS DE REFORMULAÇÃO DO CENTRO HOSPITALAR DE LISBOA CENTRAL NÃO SE REFERIAM AO HOSPITAL D.ESTEFÂNIA E AO DE SANTA MARTA.
NESTE DOCUMENTO (DE QUE PUBLICAMOS DUAS PAGINAS ), A TUTELA AINDA NÃO TINHA SEQUER DEFINIDO O ÂMBITO DE ACTUAÇÃO DO HOSPITAL DE TODOS OS SANTOS!
NESTA DATA ( HÁ DOIS ANOS!!!) , VIGORARIA AINDA O PLANO DE SAÚDE PARA A REGIÃO DE SAÚDE DE LISBOA E VALE DO TEJO , EM QUE ESTAVA ESTABELECIDO QUE :O HOSPITAL D. ESTEFÂNIA, MANTERIA AS SUAS ATRIBUIÇÕES COMO HOSPITAL CENTRAL MATERNO INFANTIL. FOI INCLUSIVE PROJECTADA A SUA REFORMULAÇÃO E MODERNIZAÇÃO COM A CRIAÇÃO DE UM NOVO EDIFÍCIO COM LOCALIZAÇÃO NA ÁREA DO ACTUAL PARQUE DE ESTACIONAMENTO . ESTE EDIFÍCIO ESTEVE ORÇAMENTADO ,E COM VERBAS ATRIBUÍDAS MAS ESTAS SEGUNDO CONSTA TERIAM SIDO DESVIADAS PELA ADMINISTRAÇÃO DO CENTRO HOSPITALAR, PARA..... A REFORMULAÇÃO DA URGÊNCIA DO HOSPITAL DOS CAPUCHOS E QUE AGORA.... ESTÁ.......... ENCERRADA!!DESTA FORMA COMO MUITO DO QUE ACONTECE NO NOSSO PAIS , O ACTUAL PROCESSO DE DILUIÇÃO QUE ASSISTIMOS CARECERÁ DE SERIEDADE E AUSENTE DE QUALQUER PLANEAMENTO FUNDAMENTADO , È CONJUNTURAL E ALHEIO À UM PLANO NACIONAL PARA A REDE DE CUIDADOS MATERNO INFANTIS QUE NÃO EXISTE MAS URGE CRIAR E APLICAR!
CASO EM ERRO ACEITAMOS ESCLARECIMENTOS!
NOTA: PARA MELHOR VISUALIZAR AS IMAGENS DOS DOCUMENTOS , CLICAR EM CIMA DUAS VEZES EM CIMA DAS IMAGENS.

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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Excelentíssimo
Sr. Presidente da República Portuguesa
Sr. Presidente,
Nós, abaixo assinados:
• Pais e mães das crianças de Portugal;
• Amigos das crianças de todo o mundo, que há várias gerações o Hospital de Dona Estefânia carinhosamente acolhe;
• E todos os que com sua acção dão continuidade ao trabalho de gerações de funcionários administrativos, técnicos, médicos e enfermeiros, que elegeram como razão principal das suas vidas a dedicação à saúde e ao conforto das crianças que neste hospital confiantemente os procuram;
Vimos por meio deste Abaixo-assinado solicitar a V. Ex.ª que, como representante da Nação Portuguesa, se digne diligenciar no sentido de salvaguardar uma das suas conquistas mais belas, progressivas e de elevado cunho moral e humanitário, que se alcançou em 1877:•
- O reconhecimento da especificidade da infância, no que concerne ao direito de tratamento em ambiente próprio e protegido. Princípio que foi materializado há 130 anos, quando da construção de um Hospital Infantil na cidade de Lisboa : - O Hospital de Dona Estefânia.
Este hospital foi fruto da concretização de um sonho da Rainha Dona Estefânia:
-Propiciar às crianças portuguesas de então (e também às vindouras) ambiente apropriado ao seu tratamento de saúde. Até esta época, as crianças em Portugal eram internadas em enfermarias comuns, juntamente com os adultos, não usufruindo por isso das especificidades de ambiente físico e humano, que sabemos tão necessárias à recuperação da sua saúde física, emocional e espiritual. Ficando, para além disso, expostas a uma realidade que muitas vezes actuava como um golpe violento na sua já frágil constituição.
O Hospital de Dona Estefânia foi construído em local privilegiado, dentro de concepção arquitectónica arrojada, com recursos provenientes da doação de bens pessoais, numa época de grande penúria da nação. Tornou-se um exemplo vivo de que não é a pobreza de bens materiais, mas sim a de espírito, que contraria o progresso. Já na altura da sua construção foi considerado um melhores do mundo, tendo elevado o nome de Portugal no cenário mundial de cuidados de Saúde Infantil.
Este Hospital, que se orgulha de ser o berço da pediatria portuguesa, com 130 anos de existência, esteve sempre à altura do anseio de quem o sonhou. Desenvolveu-se, e tem sido, durante todo este longo tempo, espaço privilegiado de actuação de insignes mestres da medicina, alguns deles tendo alcançado renome mundial.
Ampliou também a dimensão da sua vocação com o atendimento à Mãe e à Maternidade. Especializou-se em cada um desses novos campos de atendimento, sempre cônscio da sua mútua complementaridade e de acordo com o princípio segundo o qual “sem mãe saudável, não há criança saudável”.
O Hospital de Dona Estefânia, além da sua actuação social directa evidente, constitui-se também como património nacional (físico e humano) responsável pelo acumulo e transmissão de conhecimentos de valor incalculável, na área da Saúde Materno-infantil.•
Este Hospital, que surgiu da visão de um espírito nobre e avançado no seu tempo, foi acolhido no coração do nosso povo e por ele reconhecido como um património não alienável da mãe e da criança. A sua identidade, que se funde com a da própria Nação, ora representada por Vossa Excelência, está agora a ser ameaçada por uma gradativa diluição no Centro Hospitalar de Lisboa Central e, a seu tempo, no futuro Hospital de Todos os Santos sem qualquer enquadramento em uma rede de cuidados de saúde materno – infantis a nível nacional que urge criar. Havendo ainda indefinição, ou falta de transparência, quanto ao destino a que seria votado o actual espaço físico (património nacional) do Hospital de D. Estefânia;
Sr. Presidente trata-se da defesa de um Hospital Moderno.
Moderno no espírito que o criou há 130 anos e moderno na sua contemporaneidade de corpo tecnologicamente diferenciado com múltiplas sub-especilizações e que não se coaduna com os planos em execução que reduzem-no à um conjunto de Serviços integrados em um Hospital Geral.
Sr. Presidente da República Portuguesa; nós, abaixo assinados, reiteramos a Vossa Excelência o pedido de uma urgente intervenção em favor desta causa de dimensão nacional:
-Salvaguardar e apoiar institucionalmente, de forma incondicional, a manutenção e o desenvolvimento do Hospital de Dona Estefânia!
Desde já somos reconhecidos e gratos por essa sua acção de alcance social inestimável e histórico.
Sr. Presidente da República Portuguesa
Sr. Presidente,
Nós, abaixo assinados:
• Pais e mães das crianças de Portugal;
• Amigos das crianças de todo o mundo, que há várias gerações o Hospital de Dona Estefânia carinhosamente acolhe;
• E todos os que com sua acção dão continuidade ao trabalho de gerações de funcionários administrativos, técnicos, médicos e enfermeiros, que elegeram como razão principal das suas vidas a dedicação à saúde e ao conforto das crianças que neste hospital confiantemente os procuram;
Vimos por meio deste Abaixo-assinado solicitar a V. Ex.ª que, como representante da Nação Portuguesa, se digne diligenciar no sentido de salvaguardar uma das suas conquistas mais belas, progressivas e de elevado cunho moral e humanitário, que se alcançou em 1877:•
- O reconhecimento da especificidade da infância, no que concerne ao direito de tratamento em ambiente próprio e protegido. Princípio que foi materializado há 130 anos, quando da construção de um Hospital Infantil na cidade de Lisboa : - O Hospital de Dona Estefânia.
Este hospital foi fruto da concretização de um sonho da Rainha Dona Estefânia:
-Propiciar às crianças portuguesas de então (e também às vindouras) ambiente apropriado ao seu tratamento de saúde. Até esta época, as crianças em Portugal eram internadas em enfermarias comuns, juntamente com os adultos, não usufruindo por isso das especificidades de ambiente físico e humano, que sabemos tão necessárias à recuperação da sua saúde física, emocional e espiritual. Ficando, para além disso, expostas a uma realidade que muitas vezes actuava como um golpe violento na sua já frágil constituição.
O Hospital de Dona Estefânia foi construído em local privilegiado, dentro de concepção arquitectónica arrojada, com recursos provenientes da doação de bens pessoais, numa época de grande penúria da nação. Tornou-se um exemplo vivo de que não é a pobreza de bens materiais, mas sim a de espírito, que contraria o progresso. Já na altura da sua construção foi considerado um melhores do mundo, tendo elevado o nome de Portugal no cenário mundial de cuidados de Saúde Infantil.
Este Hospital, que se orgulha de ser o berço da pediatria portuguesa, com 130 anos de existência, esteve sempre à altura do anseio de quem o sonhou. Desenvolveu-se, e tem sido, durante todo este longo tempo, espaço privilegiado de actuação de insignes mestres da medicina, alguns deles tendo alcançado renome mundial.
Ampliou também a dimensão da sua vocação com o atendimento à Mãe e à Maternidade. Especializou-se em cada um desses novos campos de atendimento, sempre cônscio da sua mútua complementaridade e de acordo com o princípio segundo o qual “sem mãe saudável, não há criança saudável”.
O Hospital de Dona Estefânia, além da sua actuação social directa evidente, constitui-se também como património nacional (físico e humano) responsável pelo acumulo e transmissão de conhecimentos de valor incalculável, na área da Saúde Materno-infantil.•
Este Hospital, que surgiu da visão de um espírito nobre e avançado no seu tempo, foi acolhido no coração do nosso povo e por ele reconhecido como um património não alienável da mãe e da criança. A sua identidade, que se funde com a da própria Nação, ora representada por Vossa Excelência, está agora a ser ameaçada por uma gradativa diluição no Centro Hospitalar de Lisboa Central e, a seu tempo, no futuro Hospital de Todos os Santos sem qualquer enquadramento em uma rede de cuidados de saúde materno – infantis a nível nacional que urge criar. Havendo ainda indefinição, ou falta de transparência, quanto ao destino a que seria votado o actual espaço físico (património nacional) do Hospital de D. Estefânia;
Sr. Presidente trata-se da defesa de um Hospital Moderno.
Moderno no espírito que o criou há 130 anos e moderno na sua contemporaneidade de corpo tecnologicamente diferenciado com múltiplas sub-especilizações e que não se coaduna com os planos em execução que reduzem-no à um conjunto de Serviços integrados em um Hospital Geral.
Sr. Presidente da República Portuguesa; nós, abaixo assinados, reiteramos a Vossa Excelência o pedido de uma urgente intervenção em favor desta causa de dimensão nacional:
-Salvaguardar e apoiar institucionalmente, de forma incondicional, a manutenção e o desenvolvimento do Hospital de Dona Estefânia!
Desde já somos reconhecidos e gratos por essa sua acção de alcance social inestimável e histórico.
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