quinta-feira, 28 de maio de 2009

HAVERÁ ESPERANÇA ?


PUBLICAMOS ALGUNS EXCERTOS DO DISCURSO DA DRA.MARIA DE BELÉM EM 2005, QUANDO AINDA CANDIDATA PELO P.S.
ELEITA PELA ACTUAL MAIORIA É A RESPONSÁVEL PELA COMISSÃO DE SAÚDE NA ASSEMLEIA DA REPUBLICA QUE IRÁ RECEBER A PLATAFORMA DE DEFESA DO HOSPITAL DE UM NOVO HOSPITAL PEDIATRICO PARA LISBOA, E DO PATRIMÓNIO DO HOSPITAL D. ESTEFÂNIA, NO DIA 23 DE JUNHO DE 2009 ÀS 14;30 HORAS.
JULGAMOS QUE HÁ RAZÕES PARA ESPERANÇA !


JORNAL O PUBLICO
Legislativas de 20 Fevereiro 2005
Criado sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2005 Última actualização quarta-feira, 2 de Março de 2005



"No final de uma visita ao Hospital D. Estefânia, a actual deputada e candidata número três do PS pelo círculo de Lisboa considerou que os "aspectos negativos" suplantam os positivos no que se refere à alteração do modelo de gestão das unidades de saúde públicas"

"A ex-governante salientou ainda que, em saúde, "produtividade pode não ser sinónimo de qualidade", pelo que, neste domínio, é desaconselhável "uma mera gestão nos mesmos termos em que são actividades produtivas normais".

Na visita ao hospital pediátrico, Maria de Belém chamou a atenção para o que considerou serem outras "incongruências no discurso do actual Governo" em matéria de saúde, exemplificando com o facto de esta unidade ter merecido uma das piores classificações "em termos de indicadores de eficiência", na mesma altura em que recebia "acreditação de uma organização internacional altamente prestigiada".

"Tudo isto tem que ser visto na sua especificidade e complexidade. A saúde não é só indicadores de gestão. São, sobretudo, indicadores de qualidade, sendo que a gestão é um instrumento para que os cuidados de saúde sejam cada vez melhores", reiterou."

terça-feira, 26 de maio de 2009

Correcção de erro de informação sobre divulgação do Plano Funcional do futuro Hospital de todos os Santos.





Fomos alertados   por um colega que estávamos  a incorrer em  erro ao  afirmar que o Plano Funcional do futuro Hospital de todos os Santos teve a sua divulgação restrita e limitada a observação presencial  pois de  momento,   estava disponível para  consulta Publica "Portal Saúde" do Ministério. 

Esclarecemos  o que consideramos  a verdade dos factos:

Entre 30 de Outubro de 2007 e 21 de Fevereiro de 2008  o Plano Funcional (P.F.)  foi  colocado  a  consulta  presencial  e mediante identificação  dos interessados nos Conselhos de Administração dos Hospitais do Centro  Hospitalar de Lisboa Central.( ver foto do edital em anexo)  Consideramos que esta consulta publica não pode considerar-se "   Publica"  no sentido lato do termo   , pois  não existiam copias disponíveis nem para  os interessados nem para outros interessados do  Publico em Geral , acrescendo ainda  que o  local de consulta era "restrito"  e sujeito a identificação dos interessados.
Como  podemos confirmar , na fotografia a abaixo daquele  documento  , este   tinha impresso em capítulos  do cabeçalho  a chancela da " Intersalus" e sem qualquer referência ao  Ministério da Saúde Nem na introdução nem em  nenhum dos capítulos  havia referência a tratar-se de um  documento  " provisório",  admitindo-se assim tratar-se de  uma versão considerada  definitiva.








Apenas em 21 de Fevereiro de 2008 foi posta uma disposição ,  uma "nova versão"do plano funcional  em PDF , digital no Portal Saúde e assim esta versão foi a única  realmente Publica e Oficial, como julgamos que desde o inicio deveria ter acontecido. ( ver imagem ao lado)





Esta nova  versão do Plano Funcional , alem de ser identificada  com o carimbo de" provisório" e de ter a Chancela do Ministério da Saúde  surgiu  posteriormente as  nossas  criticas e dela  tivemos  conhecimento devido a informação do referido colega.
 Apesar da sua  apresentação formal ser diferente  do da Intersalus  e de acordo com as suas normas processuais, pois tinha a identificação do Ministério  o  conteúdo  das duas  é " quase" ..idêntico .

Em conclusão existem formalmente dois planos funcionais , mas que na realidade são um único:

- um   de divulgação mais restrita com Chancela da Intersalus , e que vigorou até 21 de Fevereiro de 2008 e que a nossa Plataforma criticou em pormenor

- outro  mais recente publicado pelo do Ministério da Saúde que justifica a presente declaração e que esta disponível em versão PDF no Portal Saúde de desde  21 /02 / 2008  e que se intitula  "Plano Funcional Provisório."

 Sublinhamos o  facto  ter sido divulgado  um Plano Funcional sem a chancela do Ministério da Saúde o que levanta  duvidas sobre  a sua conformidade com as  normas processuais e o respeito pela  legalidade na condução do processo.
Julgamos  que  os responsáveis deveriam  esclarecer estes factos  e  informar dos trâmites do  processo de   contratualização e  quais os  valores  quitado  pelos ofícios  da  InterSalus  para a  elaboração do Plano Funcional   ( que se configura para o de um  Hospital Privado  de acordo com os interesses das PPP )  e finalmente se  nos   Serviços do Ministério da Saúde não existiriam  organismos aptos para conduzi-los.

Assina : Pedro Paulo Machado Alves Mendes

INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

QUARTA-FEIRA, AGOSTO 17

No Limits Consulting

Estrutura de Missão das PPP: Consultadoria custa mais 203% do orçamentado em 2005.
A renovação do contrato de consultadoria com o consórcio 3P Saúde- constituído pelo Banco BPI, a Sociedade de Advogados Barrocas, Sarmento, Neves e associados, a Intersalus, a WS Arkins e a No Limits Consulting – e contratação da Escola de Gestão do Porto, para estudar as prioridades de investimento para preparar a segunda vaga de hospitais PPP, vão custar, em termos globais, 
3,1 milhões de euros este ano. Este montante representa um custo de 203,3% acima de todo o orçamento da Estrutura de Missão previsto para este ano, o qual ascendia a 1.037.646,70 euros.
Só a renovação do contrato (até final do ano) do consórcio de consultores jurídicos (sociedade de Advogados Barrocas, Sarmento, Neves e associados), económico financeiros (BPI), sistema de informação (No limits Consulting) e planeamento e gestão clínica (Intersalus) irá custar 2.963.100 euros, incluindo IVA.
O contrato com a Escola de Gestão do Porto cobre o período de Julho a Dezembro e terá um custo de 185 mil euros.
Jornal de Negócios n.º 569 de 16.08.05
Será isto boa Governação?
Página 659
0659 | I Série - Número 017 | 06 de Maio de 2005


 estava já em andamento, e acrescentámos-lhes mais cinco. De facto, fizemos planeamento e gerimos r
O Sr. Fernando Cabral (PS): - Isso não é verdade!
O Orador: - … o que não acontece com o Partido Socialista, que, pura e simplesmente, não quer a "herança", não quer os compromissos de Estado assumidos pelos anteriores governos; quer, isso, sim, metê-los na "gaveta", fazendo mais estudos e criando mais grupos de trabalho para atrasar, adiar e nada resolver. É o que estamos à espera que o Partido Socialista vá continuar a fazer.
Em relação à questão das parcerias público-privadas, devo dizer-lhe que uma vez diz uma coisa e outra vez diz o seu contrário. Existem parcerias que trabalharam, que encomendaram vários estudos e que pagaram. E pagaram, porque há facturas de pagamento ao BPI, à Barrocas & Alves Pereira, Advogados, e à Intersalus.
O Sr. Bernardino Soares (PCP): - O BPI foi o mesmo que fez o caderno de encargos!
A Oradora: - Aquilo que posso dizer, e também aos Deputados da bancada do PS, é que o responsável do grupo de missão das parcerias público-privadas foi nomeado pelo actual Ministro Correia de Campos. Portanto, se não houve respostas, se não encontrou estudos técnicos, como, antes, também disse não os ter encontrado, relativamente à nossa colega Deputada Maria de Belém e à ex-ministra Manuela Arcanjo, então, deve ir à procura e deve falar com o Dr. Jorge Abreu Simões, porque, de facto, foi ele que o nomeou e é da responsabilidade dele.
Os hospitais que estão agora acrescentados são o resultado de pressões de compromissos eleitorais
Página 660

DUVIDA PERTINENTE : A INTERSALUS  FOI PARA PELAS PPP E PELO ESTADO AO MESMO TEMPO? PUBLIQUEM AS REFERIDAS FACTURAS




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SAUDAMOS A CAMPANHA DO "JOÃOZINHO "!





Cidadãos Portuenses ! Administradores Hospitalares , Empresários e Imprensa escrita do Norte! Parabéns !
A população de Lisboa e do Sul do Pais, felicita-os !
A Vossa atitude è um sinal de que existe hipotese de futuro para Portugal! È a prova de que o Porto hoje como no passado ainda é a reserva ética de onde parte esperança!

Agradecemos o contributo exemplar que trazem com Vossa atitude para a nossa luta em Defesa de um Hospital Pediatrico para Lisboa!
Talvez com o Vosso exemplo e iniciativa , os actuais responsáveis pelo Plano Funcional,se sintam com argumentos e ânimo para rever o anterior, alheio a opinião do corpo profissional pediatrico , da população de Lisboa.

O único obice constrangedor é de que o "nosso" Estado não financia o vosso projecto, de interesse nacional, que orça em 14 milhões de euros mas cobre os gastos da gestão especulativa bancária que orçam em cem vezes mais...... Opções que que dizem respeito aos nossos impostos e que assim pensamos deveriam merecer discussão publica mais alargada.....


Subscreve Pedro Paulo Machado Alves Mendes ,artigo assinado pela jornalista "Manu" em representação da "Associação a Arquinha" , http://www.ojoaozinho.com

sábado, 16 de maio de 2009

Agendada para o dia 17 de Junho apreciação da Petição na Assembleia da Republica

No dia 17 de junho às 11 Horas será apreciada na Assembleia da Republica a petição em favor de um novo Hospital Pediatrico para Lisboa e da defesa do Património do actual Hospital D. Estefânia. ( inclusive o seu nome).
È fundamental o apoio de todos.

domingo, 19 de abril de 2009

Ainda os Hospitais Pediatricos - Artigo da Dra Teresa Neto






Por excelente, por nele se reflectirem opiniões importantes, digitalizamos e damos a conhecer o Artigo da Dra. Teresa Neto, publicado na revista " Ordem dos Médicos " .
Para lê-lo basta fazer duplo clique em cima da pagina.







domingo, 29 de março de 2009

O que declarou a Ilma. Administradora do Centro Hospitalar ao "Expresso" 28/03/2009.





Para alguns tudo se no final se resumirá apenas ao dinheiro....e o põe acima de todas as coisas..

..Nós ao contrário e acompanhando o mundo civilizado ,temos um ordem de valores inversa...a criança estará sempre em primeiro lugar......








EM DEFESA DA MODERNIDADE, VERDADE CIENTIFICA E DOS SUPERIORES INTERESSES DA CRIANÇA.

( em resposta a entrevista da Dra. Teresa Sustelo ao Jornal Expresso em 28 de Março de 2008)



Dra. Teresa Sustelo rejeita em entrevista ao Jornal Expresso em 28 de Março de 2008, a reivindicação da Petição de “um novo Hospital Pediátrico para Lisboa”, afirmando que;

“ o hospital pediátrico individualizado esta contra o mais moderno que esta a fazer no mundo” ainda que os “Hospitais do futuro vão ser multi disciplinares com biólogos e até matemáticos e concentrados ao invés de unidades especialidades e isoladas




A PLATAFORMA QUE ORGANIZOU E JÁ ENTREGOU A ASSEMBLEIA DA REPUBLICA A PETIÇÃO ( VER AO LADO)CONSIDERA SUA OBRIGAÇÃO ESCLARECER PUBLICAMENTE O QUE CONSIDERA DE EQUIVOCO NESTA DECLARAÇÃO.


Faz assim saber que :


Os Hospitais modernos do mundo actual , sejam estes Pediátricos ou Generalistas , já se dedicam a investigação e ensino e assim obrigatoriamente integram equipas multi disciplinares que incluem físicos , matemáticos e biólogos.

Citamos como exemplo desta prática , o São João, do Porto, Hospital Generalista, de que todos ouvimos referencias de suas investigações e projectos em várias áreas de como portugueses temos razão de nos orgulhar.

O próprio Hospital D. Estefânia já teve alguns Serviços de referência e com prémio internacional. Citamos o exemplo de um laboratório de imuno alergogia ( que segundo dizem palavras de um seu ex-Director , encerrou já na actual administração do centro hospitalar pelo não provimento de uma funcionaria imprescindível ao seu funcionamento....!!!??)

Com vista a esclarecer todos que nos lêem , por uns momentos os convidamos que nos acompanhem e assim esqueçamos este nosso presente tão cheio de palavras e interrogações. Deitemos um breve olhar ao “futuro” . Sim ao futuro que passa ao nosso lado, à que se refere a Dra. Teresa Sustelo

Façamos um pesquisa na Google , ( dizem que esta é agora considerada o melhor amigo do homem, afirmação com o que concordamos pois entendemos que " A Verdade , Informação e Conhecimento" são a chaves da emancipação do homem).

Fazer futurologia em Portugal é mais fácil e cómodo do que em outros lugares . Basta olharmos o que se faz actualmente nos países mais avançados , pois infelizmente estão há 20 anos do nosso horizonte. Tão longe que explicará que alguns já não conseguirão entreve-lo ( "handicap" este sempre menor do que se fossem aqueles "cegos" que não querem ver, ou mais grave se fruto de pressões democraticamente ilícitas )
Se o dizemos é porque apesar das nossas divergências fundamentais estas afirmações surgem incompatíveis com o domínio da matéria que reconhecemos em outras entrevistas à Dr. Teresa Sustelo.



Iniciemos a nossa pesquisa. Comecemos pelo titulo : Hospital Necker-Enfants malades, http://www.necker.fr/ Esta pesquisa não é inocente. Escolhemos propositadamente o mais antigo Hospital Pediátrico do Mundo, fundado em Paris em 1778 .

Esperaríamos segundo a tese da Dr. Teresa Sustelo , encontra-lo em vias de encerramento como apenas mera referencia histórica pois estaria contra “contra tudo o que de mais moderno se faz no mundo”.

Ao contrario daquele pressuposto sombrio , de imediato surgem seleccionados 35.600 títulos , a maioria com a área da investigação cientifica de que é uma das principais referencias no mundo moderno em pediatria e não só. Envolve mais de mil especialistas em todas as áreas ( incluindo biólogos e matemáticos…. ).

Afinal não estão não só a destruí-lo mas ainda a melhora-lo e substitui-lo por outro ultra moderno, um Hospital Pediátrico com 400 camas, a finalizar em 2013 . Notamos que respeitam e se orgulham da sua história e conservam o seu nome .

Sugerimos assim que visitem o site www.nouveau-necker.aphp.fr e como nós se regozijem pois comprovam que existem ainda governos sensatos e se preocupam com as suas crianças.



Mas o que se passará por outros lados !!?


Já agora e depois de convencemos-nos do óptimo estado de saúde do Hospital mais antigo do mundo , vamos dar mais um passeio pela Google e ver o que se passa por outros lados. .

Alarguemos assim a pesquisa. em inglês , com o titulo mais genérico “ News Chidren’s Hospitals . Adicionemos a opção de “imagens”, para ver e crer..

Talvez sintam como nós, emoção contida pelas dezenas de fotografias dos lindos e coloridos novos hospitais pediátricos que estão a ser construídos neste exacto momento por todo o mundo .

Comprovem !Vejam e acreditem ! 26.600.000 títulos !.

Escolhamos um titulo “ ao calhas “: Queensland, Royal Childrens’ Hospital”, 2008.

No Site do novo Hospital encontramos a pergunta :
"Porque um novo Hospital Pediátrico”
Presumimos ali formulada para informação os leitores , ainda não esclarecidos .
Ea eles, assim respondem:



“estamos a construir o futuro das nossas crianças !“

…..Quando mais os nossos serviços pediátricos se tornam altamente especializados mais os benefícios de um serviço unificado….

…...Os saberes clínicos especializados serão concentrados e a duplicação de recursos evitada resultando em melhores serviços para as crianças e sua famílias.

……Crianças com c. congénitas serão dirigidas para um Hospital Terciário o que é consistente com o de melhor na pratica mundial. ……Este hospital tratará adolescentes e jovens até a idade dos 18 anos.

……Este hospital estará na proximidade de um Hospital de Adultos e de uma maternidade



Estes argumentos são idênticos ao que defende a nossa Plataforma pois são verdades universais .

Invictam-nos de saudosistas e antiquados., mas estranhamente somos nós e não os nosso detractores que estamos em total consonância com o outro mundo , o tal mundo moderno que corre, infelizmente tão longe, mas mesmo ao nosso lado.



Em conclusão:

A Plataforma considera que as afirmação da Dra.. Teresa Sustelo configura equívocos graves que tem o direito de esclarecer :

- Desconhece do que de mais modernos se esta a fazer no mundo em matéria de cuidados terciários em matéria de Saúde Materno infantil

-Confunde uma pratica comum já há muitos anos em todos os hospitais modernos sejam os Pediátricos exemplares como o “Hôpital Necker-Enfants malades “ ou Generalistas como o São João do Porto em que se conjuga a investigação multiinterdisplinar , como apanágio dos hospitais generalistas, quando esta é hoje uma característica de todos os hospitais centrais ou terciarios modernos sejam pediátricos ou generalistas.

- Não será ainda conceptualmente correcto colocar esta qualidade de investigação , como um adjectivo distintivo e de prestigio e de propaganda do futuro hospital de todos os Santos, pois trata-se de pratica generalizada no mundo moderno há bem mais que vinte anos.

-Esquece-se ainda que o que esta em causa é a investigação em Pediatrica e esta implica concentração de meios e massa critica em único hospital pediátrico da zona sul através de redes de referenciação nacionais.

-Que dar meios para a investigação implica a divisão de trabalho e competências e centros de excelência entre Lisboa, Porto e Coimbra no tratamento de doenças especificas e complexas e que se não fizermos destruiremos também ai a nossa capacidade e independência perante os centros estrangeiros e da vizinha Espanha.

-Que se não o fizermos perderemos credibilidade perante os povos de lingua portuguesa com quem temos relações culturais e economicas e que o intercambio no saber médico é um dos aspectos imprescindiveis nesta inter relação. ( como já o faz o Hospital Pedaitrico de Coimbra com o de Luanda )

-E que o investimento na saúde das nossas mães crianças é um bem precioso demais para ser moeda de troca nos tostões que a pareceria privada pensa ganhar com a imposição deste plano redutor.

-Confunde “Modernidade” em construções hospitalares , com o “Modelo Tecnológico Monobloco” hoje considerado desumanizado de que actual plano funcional do futuro Hospital de Todos os Santos é exemplo e já esta ultrapassado há cerca de vinte anos.

Em conclusão a Dra.. Teresa Sustelo argumenta com conceitos estranhos a realidade de toda a pratica do que se faz no actual mundo civilizado.

Gostaríamos que a suas afirmações resultassem apenas um equivoco de interpretação jornalística e não da deficiente informação dos arquitectos e tutores responsaveis pelas parecerias do projecto do futuro hospital de Todos os Santos. . Caso não seja assim agradecemos que nos enviem as suas fontes que as de imediato as publicaremos e nos autocriticaremos.







...SÃO CONTRA O QUE DE MAIS MODERNO SE ESTA A FAZER NO MUNDO....OS HOSPITAIS DO FUTURO VÃO SER MUTIDISPLINARES...COM BIOLOGOS E MATEMATICOS...

Apresentamos alguns exemplos de imagens de Hospitais Pediatricos que estão a ser construidos em todo o mundo
De facto o mundo anda as avessas do nosso Ministerio da Saúde......
Propomos assim que a Administração do Centro Hospitalar notifique a Google por transmitir informação desactualizada.




Nos paises desenvolvidos, as crianças são o melhor investimento.
Eis os Hospitais Pediatricos que estão a ser construidos ou projectados neste momento
..


















Outro exemplo :

ORoyal Children’s Hospital

Value $946 million (Net Present Value June 2007)
Status Contract Let
Department or agency Department of Human Services, Royal Children’s Hospital
Private sector partner Children's Health Partnership consortium, comprising Babcock & Brown as sponsors, Bovis Lend Lease as builder, Spotless Group as facilities manager and architects Billard Leece, Bates Smart and HKS (US).
Description The new Royal Children’s Hospital project is the largest hospital redevelopment undertaken by the State Government of Victoria. The outcomes of the project will have a major impact on the quality of tertiary health services to be delivered to children in both metropolitan Melbourne and rural/regional Victoria.

On 21 November 2007 the Premier announced that the Children's Health Partnership would design, build, finance and maintain the hospital for a 25-year period, as well as provide a significant range of extra facilities to benefit sick children, their families and hospital staff.

The new hospital will be built immediately to the west of the existing site on Flemington Road in Parkville. The Research Precinct Building and the Front Entry Building will be retained.

The new RCH will:
have capacity to treat an additional 35,000 patients each year;
provide over 2000 carpark and more than 500 bicycle spaces;
provide more accommodation and other facilities for parents;
have more play areas, better park access and expanded childcare facilities;
include state of the art research and education facilities and;
include a range of shops and services for staff, patients, families, carers and visitors.
The new hospital will open in 2011. Following the relocation, much of the old site will be demolished and reinstated as parkland.

All health services will continue to be publicly operated in accordance with government policy that core services should be provided directly by the government.
Downloads Royal Children's Hospital Project Summary - February 2008
Contact information Royal Children's Hospital project team
Phone: 1300 1 NEW RCH (1300 1 639 724)
Email: info@newrch.vic.gov.au
Related information The new Royal Children's Hospital
Download the Contract T0607018
Ministerio da Saúde de Victória , Autralia , também estará assim desactualizado.

Não quereriamos tanto, contentariamo-nos com um Hospital Pediatrico de 50 milhões de euros, o suficiente para a nossa pequena dimensão e mesmo assim com um custo bastante inferior aos 75 milhões de euros em que o Estado se sentiu defraudado pela gestão da parceria privada no Amadora Sintra e que obrigou o Sr. Primeiro Ministro à exclui-las da Gestão Clinica dos Hospitais Publicos .
Parcerias estas ainda incomprenssivelmente com tanta influência no destino da Pediatria Portuguesa que se cruzam com o actual, mas antiquado plano funcional do Hospital de todos os Santos


Post- scriptum
Resposta do Professor Gentil Martins , aquela entrevista publicada no numero seguinte do Expresso:

Moção que interessa a todos as Portugueses não considerada pelo espartilho da lógica de grupo partidário !





Para todos que conhecem a composição da Plataforma sabem que mais plural impossível!
Será assim inaceitável a rejeição em bloco pelos dois grandes partidos ligados a governação de uma moção apresentada na Assembleia Municipal, por outro, se se preocuparem com a justiça e correcção elementar da mesma.
E óbvio que nos grupos parlamentares daqueles dois partidos existem Pais, Mães e Avós. Indagamos-lhes :
por que será que votaram contra a sua dignidade e a justiça tão elementar ???! Terão ainda coragem de olhar "olhos nos olhos" dos seu pequenos familiares ou das crianças com que cruzarem na rua???
Não acreditamos, julgamos que seria estatisticamente impossivel termos elegido um grupo de deputados totalmente homogeneo e sem espirito critico e com resposta uniforme.
Temos assim ainda esperança que fizeram displicientemente sem o devido conhecimento da causa e por já estarem cansados devido uma ordem de trabalhos demasiado longa. De qualquer forma agradecemos ao PCP e Verdes ter tomado esta iniciativa, mas estamos confiantes que os outros partidos reconsiderem esta tomada de posição,



Recomendação rejeitada

RECOMENDAÇÃO


Em Junho de 2008 a Assembleia aprovou uma Recomendação, apresentada pelo Partido Ecologista Os Verdes, onde se pedia ao Governo que analisasse a situação criada pela decisão de extinguir o Hospital de Dona Estefânia e sua substituição por um serviço de pediatria no futuro Hospital de Todos os Santos.

Esta resolução do Governo tem merecido o repúdio de profissionais da Pediatria e de milhares de cidadãos, consubstanciado numa petição com 76.000 assinaturas em 2008, que foi entregue e ignorada pelos responsáveis pela situação, bem como na formação de uma “Plataforma em Defesa do Património do Hospital de Dona Estefânia e de um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa”.

O encerramento do Hospital Dona Estefânia, considerado “O Berço da Pediatria Portuguesa” implica que Lisboa perca o seu único hospital pediátrico, com graves prejuízos para as crianças, e é considerado um retrocesso civilizacional único em capitais da Europa e do mundo desenvolvido, segundo os especialistas nesta áreas.

A substituição deste hospital por um serviço de pediatria no Hospital de Todos os Santos, ao misturar crianças e adultos, não garante àquelas o espaço adequado à sua especificidade, com utilização de equipamentos de adultos, contrariando assim a evolução dos padrões de assistência à criança defendidos nos países desenvolvidos.

Neste contexto, o Grupo Municipal do PCP propõe que a Assembleia Municipal de Lisboa, reunida em 24 de Março de 2009, delibere:

1- Reiterar junto do Governo que analise a decisão de encerramento do Hospital de Dona Estefânia.
2- Recomendar à Câmara uma tomada de posição sobre esta matéria, que, a concretizar-se, dará a ideia de uma capital que está a regredir nos cuidados à criança.
3- Dar conhecimento desta Recomendação ao Governo e à Assembleia da República.

Pelo Grupo Municipal do PCP

O Deputado Municipal

- António Modesto Navarro -

HOSPITAL DE TODOS OS SANTOS - CONCURSO IMPUGNADO !


















OXALÁ ESTA IMPUGNAÇÃO VENHA A RESULTAR NA APROVAÇÃO DE UM NOVO PROJECTO ARQUITECTONICO QUE COMTEMPLE UM HOSPITAL PEDIATRICO INDIVUDUALIZADO !
UM PROJECTO ELABORADO PARA SERVIR O DOENTE E NÃO APENAS A RENTABILIDADE DAS PARCERIAS COMO O ANTERIOR.
É NECESSÁRIA A MOBILIZAÇÃO DE INFLUÊNCIA DE TODOS PARA APROVEITARMOS ESTA OPORTUNIDADE !
SOLICITEMOS SE POSSIVEL QUE AS RAZÕES DA IMPUGNAÇÃO SEJAM DIVULGADAS .
EM PRIMEIRA E ULTIMA INSTANCIA TRATA-SE DA APLICAÇÃO DE DINHEIRO DOS NOSSOS IMPOSTOS QUE NÃO DEVE SER DECIDIDA APENAS DOS ARRANJOS ENTRE GABINETES DE GESTORES , FIRMAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL E GRUPOS FINANCEIROS !A ENTIDADES LIGADAS A SAUDE DA CRIANÇA TEM ALGUMA COISA A DIZER!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Baseamos as nossas criticas em factos ! Os nossos opositores deviam fazer o mesmo ! Se existe , divulguem "Novo Plano Funcional do HTS"


" Amplie e leia : "define-se como hospital de dia cirúrgico , boxes polivalentes, adultos e pediatricas "


A REALIDADE DOS FACTOS:

Desde o momento em que iniciamos a denuncia da destruição do Hospital Pediátrico os nossos opositores (honestamente e cumprindo o papel que lhes incumbiram ) nas entrevistas aos meios de comunicação social (que só acontecem devido a nossa campanha) objectivamente desacreditam-nos afirmando que o que o projecto em curso contempla um espaço físico pediátrico com total individualidade da diversas especialidades pediatricas sejam transversais ou horizontais.
Em fim se dizem o "mesmíssimo" que nós.. indagará o leigo :porque então aqueles da tal plataforma , fazem tanto barulho..devem querer é protagonismo....( de que já nos tem acusado...)
Tornando tudo ainda mais confuso para o publico, ..apresentam ao mesmo tempo nas entrevistas argumentos contrarios a existência de hospitais pediatricos.
Indaga-se assim se querem esclarecer os factos , ou apenas confundir a opinião publica.....
Admitindo que não seja esta a sua intenção consciente ,estes zelosos defensores oficiosos objectivamente colocam os defensores do hospital pediatrico na situação delicada de boateiros detractores da verdadeira realidade do factos....
Não sustentam contudo estas afirmações em qualquer documento escrito ou publico oficialmente divulgado pelas entidades responsáveis.( que por certo esperamos que pelo menos eles tenham acesso) .... Foi assim na ultima entrevista da Antena 1.
O Plano Funcional do futuro Hospital de todos Santos teve uma divulgação incompreensivelmente restrita e é esta ausência a informação democratica que permite esta confusão relativamente ao esclarecimento de um assunto de interesse publico.Segundo ouvimos dizer o justificartam para não se gastar papel ! Venham o exemplo da actitude contraria no Centro Materno Infantil do Norte!
Nós da Plataforma apesar de todos os limites restritivos impostos a consulta e acesso do Plano funcional (esteve guardado numa sala do Conselho de Administração, visitavel apenas no horário de trabalho e sujeito a identificação dos interessados) em defesa do interesse da criança, fomos analisa-lo.
E foi nesta analise que baseamos nossas criticas e posições, conhecidas e divulgadas no Blog e Boletins.

Neste momento podemos provar documentalmente o que afirmamos pois um leitor anónimo , enviou-nos fotografias do Plano Funcional original que não existe nenhuma outra versão conhecida e portanto é o que esta em curso.
Esta fotografias com má qualidade técnica podem ser melhor analisadas se ampliadas.
Consideramos contudo insustentável que um processo que se quereria transparente, chegue ao publico de uma forma semi clandestina como se tratasse de qualquer projecto secreto.




FINALMENTE EIS AQUI A ÚNICA MAQUETA DO FUTURO HOSPITAL CONHECIDA,TRATA-SE E UM BLOCO DE CIMENTO ENGRAVATADO E PINTADO DE AZUL......
DESAFIAMOS, A MOSTRAREM OS PROJECTOS DAS OUTRAS, A QUE DIZEM EXISTIR COM A QUAL NOS DES AUTORIZAM E O NOVO PLANO FUNCIONAL CORRESPONDENTE ....
TALVEZ ASSIM NOS ENTENDÊSSEMOS E DÉSSEMOS POR FIM E JUSTIFICADA A ARDUA CAMPANHA EM PROL DA CRIANÇA QUE TRAVAMOS ...

quinta-feira, 26 de março de 2009

Hoje 26 de março na Antena 1 às 13H:30

Hoje na Antena 1 , ás 13h30 ( durante 20 minutos ), debate entre o Professor António Gentil Martins e Gonçalo Cordeiro Ferreira sobre Hospitais Pediatricos.
Divulguem

domingo, 22 de março de 2009

Entregamos o Abaixo Assinado na Assembleia da Republica.



Na ultima 4ª Feira, dia 18 a Plataforma de Defesa do Hospital D. Estefânia entregou o abaixo assinado na Assembleia da Republica na pessoa do seu Presidente o do Dr. Jaime Gama.
Fomos cordialmente recebidos e foi-nos possível transmitir as nossas preocupações e interpretação dos factos e razões.
Fomos ouvidos com atenção e solicitados vários esclarecimentos .
Informou-nos que a Petição seria enviada a Comissão de Saúde e agendada como de direito discussão em Plenário.
Solicitamos brevidade ( face ao interesse das Parcerias em abreviar a discussão, pois à estas interessa uma politica de facto consumado devido a proximidade das eleições.....) .
Agradecemos ao Exmo Presidente da Assembleia da Republica , Dr. Jaime Gama toda a sua simpatia e interesse.


Nota:


Informa-se que continuamos com a recolha de assinaturas quer através da Internet quer presenciais.
È essencial o apoio activo de todos nesta fase delicada e nomeadamente a divulgação e publicitação do processo.




Denunciemos todas as tentativas de atropelo à uma decisão que não deveria ser "de gabinete " mas sim tomada em consciência e ponderada em conjunto com quem mais de direito : Os representantes de Instituições de Apoio ou Profissionais de Saúde da criança!



Agradecemos todos os orgãos de impressa escrita e falada que divulgaram este processo ! ( Radio Renascença, TSF, Diário de Noticias, Revista Visão entre muitos outros.

sábado, 14 de março de 2009

A Nova Petição dirigida a Assembleia da Republica vai ser entregue no dia 18 de Março.


















NA PRÓXIMA 4ª FEIRA DIA 18 DE MARÇO , ÀS 11 HORAS" A PLATAFORMA DE DEFESA DO PATRIMÓNIO DO HOSPITAL DE D. ESTEFÂNIA E DE UM NOVO HOSPITAL PEDIÁTRICO PARA LISBOA, EM REPRESENTAÇÃO DE TODOS AQUELES QUE SER IDENTIFICAM COM ESTE PROJECTO, ENTREGARÁ NA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA A NOVA PETIÇÃO.
AGRADECEMOS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE NOS AJUDARAM A RECOLHER AS ASSINATURAS NECESSÁRIAS E PODERÃO ESTAR CERTOS QUE PROCURAREMOS SER DIGNOS DA CONFIANÇA DEPOSITADA.

INFORMA-SE DE FORMA RESUMIDA PARA OS QUE DESCONHECEM, OS OBJECTIVOS DESTA PLATAFORMA :

O que é um Hospital Pediátrico

Os Hospitais pediátricos definem-se na época moderna como um equipamento de saúde diferenciado (terciario) da comunidade que pertence a rede de cuidados materno-infantis, e são instituições próprias e caracteristicas e existentes nas grandes cidades do mundo desenvolvido actual.
Ali se centralizam os meios humanos e recursos técnicos especializados necessários ao diagnostico e tratamento de algumas patologias complexas e graves da criança ,que permitem-se a existir devido a existencia de “massa critica “ que o justifique em termos de investimento. (massa critica quer dizer "um numero significativo de crianças doenças que acorrem a instituição")
Para alem dos moradores o Hospital Pediátrico atende crianças provenientes das redes de referência das unidades saúde periféricas e nomeadamente dos Hospitais Distritais.
A presença desta "massa critica" e corpo especializado permitem que estes hospitais se constituam em centro de investigação, ensino e formação pré e pós graduada.
É igualmente deles que dependem a criação de algoritmos normativos no tratamento de doenças e patologias com implicações na saúde publica e o tratamento nas doenças da crianças para os outros médicos e hospitais.
O valor e resultados e benefícios da sua acção para a comunidade medem-se assim não pelos gastos imediatos, mas pelos imensuráveis benefícios futuros na prevenção, na investigação, no tratamento .
Apesar de desapoiado pelos poderes constituídos e evidente degradação das instalações o Hospital D. Estefânia tem sido um exemplo deste modelo e por ter sido bem sucedido é amado pelas populações.

Porque o Hospital de Todos os Santos não serve os interesses da criança ?

No Hospital de Todos os Santos deixa de existir Hospital Pediátrico e passará a existir apenas um departamento de pediatria partilhando as crianças e adultos múltiplos Serviços transversais com os adultos.
Neste Hospital as crianças serão entregues a profissionais e equipamentos preparados primariamente para adultos e assim não pode estender a sua acção a pediatria diferenciada especializada nem cumprir nenhum dos desígnios de qualidade global a assistência a criança
Trata-se de um Hospital Generalista com uma concepção do tratamento da criança limitada ao campo assistencial e absolutamente alheia a uma concepção estratégica de Hospital terciário , integrado em rede de Serviços de Saúde Materno Infantil, com capacidade de formação especifica em pediatria e privilegiando um ambiente pediátrico.
Não poderia deixar de ser assim , pois da sua concepção estiveram afastados os médicos pediatras e foi apenas concebido por gestores preocupados com a diminuição de custos de forma a alcançar melhor rentabilização .Resta indagar em beneficio de quem ?.

O que defendemos ? Um novo Hospital Pediátrico para Lisboa e o Patrimônio do actual Hospital D. Estefânia.





ASSIM ESTAMOS CONVICTOS QUE OS SENHORES DEPUTADOS ESTARÃO DE ACÔRDO COM AS PALAVRAS COM QUE O DR. MARIO COELHO NA QUALIDADE DE REPRESENTANTE DA PLATAFORMA CIVICA ENCERROU O RECENTE FÓRUM SÔBRE OS HOSPITAIS PEDIATRICOS :

"NADA TEM MAIS SIGNIFICADO PARA AS FAMILIAS E O SUCESSO COLECTIVO DE UM POVO QUE A SAÚDE DAS SUAS CRIANÇAS"

TEXTO EM DEFESA DOS HOSPITAIS PEDIATRICOS EM INGLES


Em atenção aos responsáveis do actual plano funcional do HTS, transcevemos um texto em lingua Inglesa.
`E da Associação Norte Americana de defesa dos Hospitais Pediatricos (Site esta indicado ao lado do Blog, NACHRI)
O fazemos de forma que lhes seja mais facil compreender que existem na America outras preocupações com a Saúde para alem da dos Bancos e Seguradoras.
Nesta America defendem como nós os Hospitais Pediatricos Diferenciados.



All Children Need Children's Hospitals - Introduction


All children need hospitals focused solely on their unique needs.
You’ve heard the saying countless times: Children are not small adults. Children are unique individuals with their own specialized needs.

This is never more apparent than when a child needs health care, whether it’s a highly specialized surgical procedure, a simple treatment for an early childhood infection, an immunization or such preventive care as nutritional counseling.

Children are different. And they need different health care that focuses on their unique needs, involves their parents from start to finish and is provided in places designed to be kid-sized and child friendly. Because they’re growing and developing, children’s health care needs are constantly changing. They require extra time, extra monitoring, specialized medications, and caregivers with the skills and compassion to understand the needs of children. For example, hospitalized children under age 2 require 45 percent more routine nursing care.

That’s why all children need children’s hospitals. Whether freestanding acute care hospitals, freestanding specialty and rehabilitation hospitals, or hospitals organized within larger medical centers, children’s hospitals provide quality medical care, every day, to children all over the country. They are the backbone of the nation’s pediatric health care infrastructure. Children’s hospitals represent less than 5 percent of all hospitals in the United States, but they are critical resources to shaping the health of all of the nation’s children. By combining compassionate, personalized care with the world’s most innovative technology, children’s hospitals devote themselves to making sick children healthy and transforming health care for all children for the better.

Children’s hospitals are regional centers for children’s health, meeting the health care needs of children from distant rural areas to the streets of suburban America and inner city neighborhoods. Because they draw children from all over the region, children’s hospitals treat the majority of children with chronic conditions or congenital abnormalities present from birth, such as heart disease.

Children’s hospitals are also vital centers of education in pediatric medicine, training the next generation of pediatricians and family practice physicians, nurses, social workers, dentists and others who will care for tomorrow’s children. And as centers of cutting-edge research in children’s health, these unique hospitals are responsible for lifesaving discoveries such as vaccines, gene therapies and specialized surgical techniques that not only benefit children, but adults as well.

We don’t like to think that children in America are vulnerable, but they are. They represent the largest segment of the population living in poverty. They are medically and economically vulnerable and vulnerable to loss of insurance. More than half of our children live in low income or poor families, and nearly 38 percent rely on publicly financed health coverage or are uninsured. And because they represent less than 11 percent of all personal health care spending, they have little clout in the marketplace compared to adults.

Children’s hospitals protect this unique population. They are dedicated to ensuring that every child has access to high quality, cost effective, primary, preventive and specialty care services tailored to fit their needs. Although few in number, they provide a disproportionately large share of the nation’s clinical care, health professions training and research aimed at producing the best possible medical outcomes — and that benefits all children.

This report provides a snapshot of how children’s hospitals together with their national trade association the National Association of Children’s Hospitals and Related Institutions achieve their four-fold mission of clinical care, education, research and advocacy. It also highlights critical challenges facing children’s hospitals today — challenges that NACHRI is striving to address and that should be of concern to everyone who wants to make sure children’s hospitals are there for their children and for all children.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Estivemos presentes na Comemoração do Aniversário dos 150 anos da Rainha D. Estefânia !

NOTA INFORMATIVA:

A CÂMARA DE LISBOA REALIZOU NO DIA 4 DE MARÇO NO "PALÁCIO BEAU SÉJOUR " EM BENFICA , UMA SESSÃO SOLENE DE COMEMORAÇÃO DOS 150 ANOS DA RAINHA DE D.ESTEFÂNIA.
A PLATAFORMA DE DEFESA DO HOSPITAL, COMO NÃO PODERIA DEIXAR DE SER, ESTEVE PRESENTE E DISTRIBUIU, O COMUNICADO QUE ABAIXO TRANSCREVEMOS NA INTEGRA.
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NÃO DESTRUAM O SONHO DA RAINHA D.ESTEFÂNIA !

Há 150 anos, a Rainha Dona Estefânia, monarca culta e sensível, recém-casada com D.Pedro V, sonhou construir em Lisboa um Hospital só para crianças. Desejava que estas fossem tratadas em ambiente apropriado e não em conjunto com adultos enfermos, como até então acontecia. Nesse tempo, já havia quem considerasse um desperdício, ter um hospital dedicado às crianças. Por isso, a Rainha ofereceu o seu dote para que a obra se concretizasse, tendo falecido pouco depois. A ideia foi continuada pelo Rei que deu o terreno da Casa Real e contou com a contribuição financeira dos comerciantes de Lisboa para a construção do Hospital de Dona Estefânia. Desde então, manteve-se como uma referência na saúde das crianças cumprindo a sua missão de hospital pediátrico.
Contrariando a história e a abertura de novos hospitais pediátricos no mundo desenvolvido, Lisboa vê anunciada a extinção do Hospital de Dona Estefânia e o retorno ao modelo de tratamento das suas crianças misturadas com os adultos, para se obterem irrisórias reduções no custo do futuro Hospital geral Todos os Santos a criar em Chelas.
Pediatras e outros médicos ligados à saúde das crianças não se conformam com a situação, pugnam pela construção de um hospital pediátrico moderno em Lisboa, para o que continuam a apelar à reflexão do poder político. Para tal, iniciaram o movimento cívico “Plataforma em Defesa do Património do Hospital de Dona Estefânia e de um Novo Hospital Pediátrico para Lisboa”.
Mais de 76.000 cidadãos assinaram uma petição apelando ao poder politico para que Lisboa não fique sem o seu hospital pediátrico. Até hoje nada se modificou. Uma nova petição, agora dirigida à Câmara Municipal de Lisboa e à Assembleia da Republica foi colocada na Internet e listas em papel. Entre os milhares de apoiantes que já a assinaram, figuram os seguintes cidadãos:

Armando Leandro Luís Vilas Boas
Ana Maria Borja Santos Manuela Eanes
Barbara Guimarães Carrilho Margarida Pinto Correia
Dulce Rocha Maria da Glória Garcia
Fernanda Freitas Maria João Seixas
Gentil Martins Mercedes Balsemão
Henrique Carmona da Mota Paula Costa
José Manuel Pavão Teresa Costa Macedo

Não permita que retirem a Lisboa o seu Hospital de Crianças!
Apoie esta causa e assine a petição em www.petitiononline.com/18772008

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

A Campanha ganha a cidade! Não permitiremos que seja a lógica da parceria privada a ditar o horizonte da Assist. Hosp. Pediatrica especializada !


A Plataforma em defesa do Hospital Pediátrico para Lisboa tem multiplicado as iniciativas de divulgação da sua campanha:

Salientamos a importante entrevista do Professor António Gentil Martins a SIC Notícias , orientada pelo Jornalista Mário Crespo, que tem originado inumeros apoios a nossa causa e de Sectores mais diversos.
Trata-se de uma luta de todos os Portugueses , independente do seu credo religioso ou filiação politico-partidária . Aderir é dever cívico!
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Salientamos o Apoio unanime e explicito de várias Juntas de Frequesia de Lisboa!

Circulam para alem de vários Boletins " A Estefânia " , comunicados de iniciativa de membros da
Plataforma. Optamos assim pela diversificação da divulgação. Todos os simpatizantes do movimento podem e devem faze-lo.

Publicamos um dos comunicados em divulgação e que poderá ser copiado e distribuído por quem quiser nos apoiar :



Pais e Mães ! Amigos das Crianças de Portugal !
Lisboetas !

Não permitamos que retirem a Lisboa o seu Hospital de Crianças !



Não nos iludamos! São só simpáticas na aparência as palavras dos responsáveis, mas o facto é que o Ministério da Saúde, na continuidade da politica do Dr. Correia de Campos, pretende substituir um Hospital para Crianças (o Hospital de D. Estefânia) por um simples Serviço para Crianças num novo Hospital para Adultos (o futuro Hospital de Todos os Santos, em Chelas.)
No projecto actual, as Crianças repartirão múltiplos espaços, circuitos, técnicos e aparelhos com os Adultos (Bloco Operatório, Anestesia, Radiologia, Laboratório, Cuidados Intensivos, Queimados, Medicina Física e Reabilitação). E até hoje, para além de palavras que o vento pode levar no fim das eleições, nenhum documento oficial conhecido afirmou o contrário.
Defendemos que as crianças de Lisboa e Zona Sul do Pais devem continuar a ter direito a um espaço próprio, com ambiente adequado e construído e organizado de forma a propiciar o respeito integral pelas suas particularidades físicas e psicológicas.
Embora nos seja dito que no novo Hospital, se fará "tudo o que for possível" para separar as Crianças dos Adultos, tal é altamente improvável concretizar-se, pois apenas um Hospital Pediátrico individualizado é a forma de o garantir.
Predominará nos executores uma lógica puramente gestionária e isto explica-se por se tratar de um plano a custos controlados pelas parcerias económicas simultaneamente interessadas em ganhar com o projecto de arquitectura, construção civil e futura contratualização dos serviços de apoio.
Tudo parece assim orientar-se no sentido do máximo para alguns e do mínimo para a criança
O tempo urge, esta grave decisão, que está em fase final de implementação, será tomada já em Abril próximo.
Se assim acontecer, ficar-se-á perante uma situação de "facto consumado", eventualmente irreversível.
Lisboa ficará assim privada do seu Hospital Pediátrico e torna-se numa capital de excepção no mundo dito civilizado.
Ao invés de convergirmos, caminhamos em sentido contrário ao das capitais de quase todo o mundo e em particular das da Europa, onde dizemos nos integrar.
Temos a convicção que o poder político só será sensível à mobilização activa da Sociedade Civil (de todos nós!)
Cidadãos!
Ajudem-nos, antes que as crianças portuguesas venham a sofrer as drásticas consequências de um erro histórico, que lhes reduzirá as possibilidades de uma assistência humana e técnica mais diferenciada, essencial e que faz a diferença de uma sociedade civilizada.
Apelamos mesmo que já tenham assinado o antigo, divulguem e novamente assinem este novo abaixo-assinado .
www.PetitionOnline.com/18772008
http://campanhapelohde.blogspot.com/

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Boletim nº 5-Nova Petição! Assina e Divulga!Esgota-se o tempo em defesa do Hospital Pediatrico! A parceria impõe à Força um hospital generalista !



FAZ SENTIDO MANTER OS HOSPITAIS PEDIATRICOS ?

A evolução das políticas dirigidas para a saúde materno infantil percorreu um longo caminho.
Na Antiguidade as crianças eram olhadas como seres imperfeitos num estado de transição para a idade adulta e não tinham nenhum estatuto de protecção pela sociedade. Pelo contrário o abandono das crianças era frequente. As crianças doentes ou com defeitos congénitos eram abandonadas ou mesmo sacrificadas.
Na Idade Média as crianças não eram igualmente objecto de qualquer espécie de atenção ou protecção pela sociedade. A elevada mortalidade nestas épocas afectava grandemente as crianças e a mortalidade infantil rondava os 50%.
As crianças abandonadas por falecimento dos pais, por doença ou deformidade congénita, proveniência de uma relação ilegítima ou de prostituição ou simplesmente de famílias pobres e muito numerosas estiveram até ao século XVII sob a protecção da Igreja em geral em circunstâncias de asilo bastante precárias
A separação entre a Igreja e o Estado, a partir da Revolução Francesa, esteve na origem da criação das primeiras Instituições Públicas destinadas a acolher crianças abandonadas. Surgiu então pela primeira vez a necessidade de criar uma politica de saúde materno-infantil. Primordialmente esta politica não era ainda virada para a criança (como um individuo com entidade própria e com direitos) mas apenas significava o reconhecimento de que as epidemias e uma alta taxa de morbilidade e mortalidade constituíam um problema de saúde pública. A epidemiologia desta época assentava antes pelo contrário nos conceitos de que a fragilidade e a vulnerabilidade das crianças provenientes de um meio ambiente sem adequadas condições sanitárias e um meio familiar defeituoso nos princípios morais necessitava de uma intervenção educativa e de correcção desempenhada pelo Estado capaz de permitir uma evolução para um adulto responsável e integrado na sociedade.
Entre os séculos XIX e XX deu-se uma mudança significativa quanto a esta visão «sanitarista» ou «higienista», que ocorreu em paralelo com movimentos de contestação social e de exigências crescentes dos cidadãos. As pessoas em geral e mesmo a ideologia dominante passaram a considerar os males sociais como a resultante de condições de vida inadequadas e o Estado teria o dever de suprir as necessidades e garantir a observação dos direitos dos seus elementos mais desfavorecidos.
Na sua origem os Hospitais foram Instituições Religiosas, com fins caritativos, recolhendo os pobres, sem alojamento e os enfermos. A prática da Medicina nestes locais era também de natureza caritativa, embora tivesse um componente académico.
No século XIX foram criados os primeiros Hospitais Pediátricos com o propósito de retirar as crianças doentes de um ambiente promíscuo de coabitação com os adultos.
Embora os conceitos epidemiológicos de saúde materno-infantil venham do século XVIII a Pediatria como um ramo individualizado da Medicina só se estabeleceu mais tarde, nos finais do século XIX, em paralelo com a criação de Hospitais pediátricos.
Os Hospitais Pediátricos foram criados nos finais do século XIX em todas as grandes cidades do Mundo Ocidental e para além desta função social em muitos casos desempenharam um importante papel na aquisição de novos conhecimentos em Pediatria.
Os avanços da Medicina no século XX desencadearam, nas Sociedades industrializadas, um extraordinário declínio de todos os indicadores de mortalidade e um considerável prolongamento na expectativa de vida das pessoas.
Os gastos com os Sistemas de Saúde cresceram exponencialmente e os Hospitais Pediátricos são agora fortemente visados nas tentativas de conter esses custos porque são considerados como um dos elementos dos Sistemas de Saúde geradores de maiores gastos.
Por outro lado estes Hospitais, pelas características peculiares de serem locais de atendimento e de prestação de cuidados de Saúde exclusivamente destinados ás crianças, conquistaram uma posição de preferência junto dos cidadãos e deram contributos relevantes para a evolução da Pediatria.
O Hospital de Dona Estefânia data de 1877 e representa para a nossa História do século XIX uma experiência civilizacional e um reconhecimento precoce da necessidade de acompanhar a experiência e o pensamento dos países mais desenvolvidos.
A verdade é que nenhum País desenvolvido deu como terminada a sua experiência com Hospitais Pediátricos nem é evidente sequer que haja uma tendência para a sua extinção. A extinção do Hospital de Dona Estefânia, o único Hospital Pediátrico de Lisboa, representa uma verdadeira excepção no panorama das sociedades ocidentais e é um claro indicador da escassa consistência e da fragilidade do nosso desenvolvimento económico, cultural e, em geral, civilizacional.
Conseguirá o Hospital de Dona Estefânia resistir à ameaça de extinção???

Artigo enviado para publicação

Dr. José Pedro Vieira
Agradecemos este valioso contributo.









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